Bastidores da Cidade: Índice de desenvolvimento da educação básica

O baixo índice do IDEB pode estar associado ao alto índice de criminalidade, pois observado alguns telejornais, as matérias foram muito objetivas em relação a Educação no Brasil.

Por este momento observa que o ensino público não esta atingindo metas essenciais para o desenvolvimento de gerações, não o bastante essa responsabilidade é do corpo docente de cada unidade escolar, mas sim da própria estrutura da educação a nível de Brasil que esta aquém das expectativas a que se espera as famílias que querem ver os seus filhos tornar-se alguém na vida, enquanto isso na ponta do ICEBERG, temos uma crescente na questão de evasão de alunos das salas de aulas, bem como o péssimo rendimento, o que não contribui para atingir a meta do IDEB.

Toda essa questão me trás a reflexão que esse baixo rendimento contribui muito para que os nossos jovens não se preocupem com a sua vida escolar, o que pode se considerar que o aumento da criminalidade esta atrelado a essa questão, pois se não temos jovens preparados para saber discernir aquilo que é bom quanto ao seu rendimento escolar, há uma tendência forte para que enderece os seus poucos conhecimentos para a escravatura da era moderna, a criminalidade, o consumo de drogas, os problemas que ainda não conseguimos mensurar dentro do contexto escolar, assim como observa-se também as agressões ao quadro de docentes, tudo por uma questão de que a estrutura precisa ser mudada para algo consistente no aspecto de que a Educação Escolar tenha um atrativo que vá evitar a Evasão Escolar, mas sempre temos informações que os recursos são insuficientes por parte do Governo Federal, os Poderes discutem assuntos banais e os essenciais, tal qual a questão de se atingir a meta em relação ao IDEB, passa despercebido pelos doutos representantes políticos que vergonhosamente se agarram nessa profissão, porque ser politico tornou-se profissão neste pais, com resultados pífios que não se vislumbra projetos sérios, principalmente em tornar real a preocupações deles em relação aos pilares para uma boa formação de gerações: Educação, Saúde e Segurança Pública.

Recentemente, ouvi um SPOT de noticias em que o Estado vai obrigar os Presidiários a custearem as suas próprias despesas, mas se o Estado esteve ausente durante estes anos todos, tanto que houve uma transformação e aumento de presidiários em nosso pais, algo absurdo que contempla e trás essa realidade nua e crua, IDEB baixo, sem que consigamos atingir a meta estabelecida, significa que cada vez mais teremos que desembolsar dinheiro no pagamento de impostos para que na tentativa de reverter esse quadro escabroso que já esta presente em nosso dia a dia.

Por outro lado, o Governo Federal não consegue estimular a classe estudantil com incentivos plausíveis para que se evite um quadro pior que esta se desenhando com esse estarrecedor resultado que foi identificado pelas próprias autoridades entendidas no assunto.

Como não associar essa situação preocupante com a Segurança Pública? Entendo que a criminalidade são vários segmentos que praticam o ilícito, entretanto, sabemos nós que existe estudiosos que também não souberam aproveitar a sua capacidade para o bem, essa corrupção neste país é fruto da ganancia de grupo que aproveitaram da fragilidade da lei ou associaram àqueles que estão para aplicar a Lei e de maneira intrínseco, tem um desvio de conduta, estou dizendo isso porque assisti no quadro que pais eu quero, um cidadão de São Felix de um desses Estados do Norte, na edição do dia 03 de Setembro, afirmar categoricamente que não escapa ninguém, se queremos justiça, ela tem que ser efetiva e não deixar-se corromper também, assim foi a linha de pensamento do cidadão que eu acompanhei, assistindo o principal jornal da Venus Platinada, que disse: “Cícero Diniz – São Felix das Balsas

“Como a justiça pode exigir dos políticos que eles sejam honestos, se eles se corrompem também.” , talvez por essas razões é que o IDEB continua sendo uma meta difícil de ser atingida, das três etapas de ensino avaliadas, só uma esta dentro da meta do governo.

Na mesma matéria, a Priscila cruz da Ong todos pela educação diz que metas não resolve o problema.

Não adianta para a gente conseguir avançar, segundo a gente precisa ter um plano consistente, que atravessa mandato, que é suprapartidário independentemente de quem estiver ali na cadeira, no poder, vai executá-lo, essas políticas vão se perdendo, porque é mal implementada, porque tem desvios e porque  a educação não é prioridade dos governos. Enquanto tivermos políticos na Câmara e no Senado com 10 mandatos, teremos cada vez mais diminuído a possibilidade em consolidarmos a democracia neste pais. O que é profundamente lamentável em todos os sentidos e o lado mais fraco, mesmo com o esforço imensurável de docentes para exercer com dignidade a sua importante profissão que escolheu como um sacerdócio vê escapar essa possibilidade entre os dedos, acertar na mosca e quebrar esse paradigma de atingir a meta do IDEB.

Cada vez mais ficamos estarrecidos com o envolvimento de jovens nos mais diversos delitos e sabendo que o IDEB melhorando, certamente que teremos uma expectativa de vida melhor para todos.

O IDEB é medido a cada dois anos e apresentado numa escala que vai de zero a dez. A meta é alcançar o índice 6, o mesmo resultado obtido pelos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), quando se aplica a metodologia do IDEB em seus resultados educacionais. 6,0 foi a nota obtida pelos países que ficaram entre os 20 mais bem colocados do mundo. Mais precisamente, a meta do governo federal é de que a nota média da Educação no Brasil seja igual ou superior a 6, até 2022. No total, o IDEB estabelece notas para 46 mil escolas públicas do país e, considerados os resultados, aponta quais escolas precisam de investimentos e cobra resultados. Para uma escola ser considerada de bom nível, ela precisa ter uma nota igual ou maior a 6. Ferramentas permitem que a população tenha acesso à nota do IDEB de cada escola das regiões e estados brasileiros.

Só que a problemática é global a nível de Brasil, se até aqui a coisa esta capciosa , imaginem com essa eleição que se aproxima em que até a presente data, não se observa nenhum projeto conciso para modificar esse quadro? Imagine que doenças que foram erradicadas neste pais, estão voltando e preocupando a população no contexto do relaxo total do Governo Federal, onde se inclui a META do IDEB.

Reginaldo Coutinho – Delegado sindical dos radialistas de Corumbá, cronista esportivo, locutor apresentador do programa Transnotícias na rádio Transamérica

Autor:
Da Redação

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