Os bailarinos do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, formados na fronteira entre Brasil e Bolívia, em Corumbá, encerraram com pódios sua participação no Festival United Dance 2026, realizado em Campo Grande nos dias 4, 5 e 6 de setembro.

Marcos Souza foi um dos destaques individuais da equipe. O bailarino conquistou o primeiro lugar na categoria sênior de neoclássico, com o solo “Espectro”; o primeiro lugar no solo masculino sênior de dança contemporânea, com “Epiderme”, em empate com Pietro Kraemer, do Espaço de Artes Hope; e o primeiro lugar no estilo livre sênior, com o solo “Vestígio”. Marcos também conquistou o segundo lugar na variação clássica e foi indicado ao prêmio de Melhor Bailarino Sênior.

Havyy Zangirolami levou o primeiro lugar da categoria infantil de dança contemporânea, com o solo “Eco”, e recebeu o prêmio de Melhor Bailarino do festival.

Izabelle Paiva conquistou o primeiro lugar no estilo livre, com o solo “Gitana”, e o segundo lugar do solo feminino sênior de dança contemporânea, com “Depois do Mar”. A bailarina também foi eleita Melhor Bailarina Sênior do festival. Fabiola da Conceição conquistou o terceiro lugar da mesma categoria, com “Ohun”, em empate com Sophia Ledur, da Garbin Escola de Dança.

Na categoria juvenil, o Pas de deux “O Corsário”, apresentado por Allany e Marcos Souza, conquistou o segundo lugar.

Além das colocações, cinco coreografias do Moinho Cultural foram selecionadas pela organização do festival para se apresentar novamente na Gala dos Campeões, que reúne os melhores números da competição: “Vestígio” e “Espectro”, de Marcos Souza; “Gitana”, de Izabelle Paiva; “Eco”, de Havyy Zangirolami; e “Epiderme”, também de Marcos.

O festival também concedeu duas bolsas a integrantes do Moinho Cultural: uma para participação em um festival em Portugal e outra para uma experiência em São Paulo.

“Voltamos para casa com motivos de sobra para comemorar. Foram dias de muita dança, dedicação e grandes conquistas no United Dance. Tenho muito orgulho dos nossos bailarinos. Participar de competições, em um teatro, com público e jurados, é uma experiência que faz nossos talentos evoluírem ainda mais”, celebra Márcia Rolon, fundadora e diretora artística do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano.