O custo de produção de ‘Dark Horse’ varia de R$ 65,7 milhões a R$ 134 milhões, a depender da fonte de informação.
A coluna apurou valores relacionados aos pagamentos de atores.
A estrela do filme, o norte-americano Jim Caviezel, que interpreta Bolsonaro, teria recebido 6 milhões de dólares, R$ 30 milhões na cotação do dia.
É um cachê médio para atores do segundo escalão de Hollywood.
A mesma quantia foi paga, por exemplo, a Stanley Tucci para reviver o coadjuvante Nigel em ‘O Diabo Veste Prada 2’, ainda em cartaz.
Alguns atores brasileiros do elenco principal ganharam diária de R$ 12 mil.
É praticamente o dobro do piso obrigatório de 1.246 dólares por dia (R$ 6,2 mil), determinado pelo SAG-AFTRA, o principal sindicato de atores dos Estados Unidos.
Por ser uma produção norte-americana, ‘Dark Horse’ segue várias regras da indústria cinematográfica daquele país, inclusive a respeito da remuneração de técnicos e artistas.
Essa diária de R$ 12 mil equivale a 7,4 salários mínimos no Brasil. É maior do que recebe a maioria dos atores não-protagonistas em filmes nacionais.
Aqui, o valor-base para o ator profissional é de R$ 750 por diária em produções do mesmo gênero. Os famosos e premiados, evidentemente, negociavam cachês maiores.
De acordo com a apuração, os atores da cinebiografia de Bolsonaro já receberam 100% dos cachês.
‘Dark Horse’ foi filmado entre setembro e novembro de 2025, com a maioria das locações na cidade de São Paulo. A data de estreia ainda não foi anunciada.

