{"id":11713580,"date":"2021-03-29T09:10:00","date_gmt":"2021-03-29T13:10:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11713580"},"modified":"2021-03-29T10:18:32","modified_gmt":"2021-03-29T14:18:32","slug":"producao-industrial-de-ms-se-mantem-estavel-na-maior-parte-das-empresas-e-alcanca-o-melhor-resultado-para-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/producao-industrial-de-ms-se-mantem-estavel-na-maior-parte-das-empresas-e-alcanca-o-melhor-resultado-para-fevereiro\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial de MS se mant\u00e9m est\u00e1vel na maior parte das empresas e alcan\u00e7a o melhor resultado para fevereiro"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNoSpacing\">A produ\u00e7\u00e3o industrial de Mato Grosso do Sul registrou um bom resultado apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus e alcan\u00e7ou em fevereiro de 2021 o melhor resultado j\u00e1 registrado para o m\u00eas em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2010, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 64 empresas no per\u00edodo de 1\u00ba a 10 de mar\u00e7o deste ano.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Segundo o levantamento, 81% das empresas industriais do estado apresentaram estabilidade ou aumento na produ\u00e7\u00e3o (62% das empresas com produ\u00e7\u00e3o est\u00e1vel e 19% com crescimento). \u201cComparando com o mesmo m\u00eas do ano passado, essa participa\u00e7\u00e3o foi superior em 12 pontos percentuais. Com esse desempenho, o \u00edndice de evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o fechou fevereiro de 2021 com crescimento de 3,6 pontos na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior e de 4,1 pontos sobre a m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas\u201d, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Al\u00e9m disso, a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada alcan\u00e7ou o maior patamar para o m\u00eas de fevereiro dos \u00faltimos sete anos. \u201cEm fevereiro, 67% dos respondentes disseram que a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada ficou igual ou acima do usual para o m\u00eas, resultado 3 pontos percentuais maior que o verificado no mesmo m\u00eas do ano passado. J\u00e1 o patamar m\u00e9dio de utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade total ficou em 70%, indicando aumento de 4 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro de 2020. Por fim, o indicador de uso efetivo em rela\u00e7\u00e3o ao usual fechou o m\u00eas de fevereiro em 46,1 pontos, resultado 3,7 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas\u201d, informou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\"><b>Perspectivas<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Com rela\u00e7\u00e3o ao \u00edndice de expectativa do empres\u00e1rio industrial, coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems explica que a demanda atingiu 57,5 pontos, sinalizando expectativa de aumento para os pr\u00f3ximos seis meses a partir de mar\u00e7o e, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, o \u00edndice apresentou estabilidade. \u201cEm mar\u00e7o, 37,5% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses. Por outro lado, para o mesmo per\u00edodo, 12,5% preveem queda. J\u00e1 as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 50% do total\u201d, explicou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">A respeito dos empregados, foram atingidos 53,3 pontos, sinalizando que o n\u00famero de empregados deve aumentar nos pr\u00f3ximos seis meses a partir de mar\u00e7o e, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, o \u00edndice apresentou estabilidade. \u201cEm mar\u00e7o, 20,3% das empresas disseram que o n\u00famero de empregados deve aumentar nos pr\u00f3ximos seis meses. Por outro lado, 7,8% acreditam que esse n\u00famero deve cair, enquanto 71,9% das empresas esperam manter o n\u00famero de funcion\u00e1rios est\u00e1vel\u201d, destacou o economista.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">No caso das exporta\u00e7\u00f5es, foram 50 pontos, sinalizando que o volume exportado deve permanecer est\u00e1vel nos pr\u00f3ximos seis meses a partir de mar\u00e7o, enquanto em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, o \u00edndice apresentou recuo de 2,2 pontos. \u201cEm mar\u00e7o, 4,7% dos respondentes disseram esperar aumento nas exporta\u00e7\u00f5es de seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 4,5% acreditam que deva ocorrer queda. J\u00e1 as empresas que preveem estabilidade para suas exporta\u00e7\u00f5es responderam por 19,0% do total. Por fim, 71,8% disseram que n\u00e3o exportam\u201d, disse Ezequiel Rezende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Sobre inten\u00e7\u00e3o de investimento, o \u00edndice segue em patamar positivo, por\u00e9m a perspectiva de realiza\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos seis meses \u00e9 menor, quando comparado com o \u00faltimo levantamento. \u201cEm mar\u00e7o, o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial ficou em 57,9 pontos, resultado 5,9 pontos maior que a m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas, mas 3 pontos menor que o resultado apurado em fevereiro. Mesmo assim, o atual levantamento segue refletindo uma alta participa\u00e7\u00e3o das empresas industriais que pretendem realizar investimentos nos pr\u00f3ximos seis meses, correspondendo a 61,0% do total. Por fim, os resultados variam de 0 a 100 pontos, quanto maior o \u00edndice, maior \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o de investir\u201d, argumentou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\"><b>ICEI<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Ainda conforme a Sondagem Industrial, o empres\u00e1rio industrial se mant\u00e9m confiante, mas a avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais voltou a piorar, acumulando a terceira queda consecutiva. O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI\/MS) fechou o m\u00eas de mar\u00e7o com 59,4 pontos, resultado 2,9 pontos maior que a m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas, mas 2,6 pontos menor que o resultado apurado em fevereiro.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, a principal raz\u00e3o para esse desempenho foi a queda de 6,7 pontos no indicador referente as condi\u00e7\u00f5es atuais, sinalizando uma avalia\u00e7\u00e3o menos positiva das condi\u00e7\u00f5es correntes de neg\u00f3cio. Ou seja, houve uma piora na percep\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao atual ambiente econ\u00f4mico. \u201cContudo, o \u00edndice de confian\u00e7a permanece acima da linha divis\u00f3ria dos 50 pontos, indicando que o empres\u00e1rio industrial de Mato Grosso do Sul se mant\u00e9m confiante\u201d, destacou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Em mar\u00e7o, 36,0% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram. No caso da economia estadual, a piora foi apontada por 31,3% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais est\u00e3o piores para 21,9% dos respondentes. J\u00e1 para 42,2% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, sendo que, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense, esse percentual tamb\u00e9m foi de 42,2% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero ficou em 46,9%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Por fim, para 18,8% dos empres\u00e1rios as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, esse percentual ficou em 23,5% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado foi de 28,2%. J\u00e1 os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 3,1%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\"><b>Expectativas para os pr\u00f3ximos seis meses<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Ezequiel Resende refor\u00e7ou que em mar\u00e7o, 12,5% dos respondentes disseram que est\u00e3o pessimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado alcan\u00e7ou 7,8% e, quanto ao desempenho da pr\u00f3pria empresa, o pessimismo foi apontado por 4,7% dos empres\u00e1rios. Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situa\u00e7\u00e3o ficou em 40,6%, sendo que, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia do estado, esse percentual alcan\u00e7ou 43,8% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 37,5%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">\n<p class=\"x_MsoNoSpacing\">Por fim, 43,8% dos empres\u00e1rios se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado ficou em 45,3% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, 54,7% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. Os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 3,1%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial de Mato Grosso do Sul registrou um bom resultado apesar da pandemia do novo coronav\u00edrus e alcan\u00e7ou em fevereiro de 2021 o melhor resultado j\u00e1 registrado para o m\u00eas em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2010, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 64 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":11713581,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-11713580","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11713580","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11713580"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11713580\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11713582,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11713580\/revisions\/11713582"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11713581"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11713580"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11713580"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11713580"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}