{"id":11715084,"date":"2021-05-20T09:20:00","date_gmt":"2021-05-20T13:20:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11715084"},"modified":"2021-05-20T10:01:49","modified_gmt":"2021-05-20T14:01:49","slug":"producao-de-ms-apresenta-o-melhor-resultado-ja-registrado-em-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/producao-de-ms-apresenta-o-melhor-resultado-ja-registrado-em-abril\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de MS apresenta o melhor resultado j\u00e1 registrado em abril"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial de Mato Grosso do Sul alcan\u00e7ou em abril de 2021 o melhor resultado j\u00e1 registrado para o m\u00eas em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2010, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da FIEMS. O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 12 de maio junto a 55 empresas.<\/p>\n<p>A pesquisa apontou que 80% das empresas industriais do estado apresentaram estabilidade ou aumento na produ\u00e7\u00e3o (53% das empresas com produ\u00e7\u00e3o est\u00e1vel e 27% com crescimento). \u201cComparando com o mesmo m\u00eas do ano passado, essa participa\u00e7\u00e3o foi superior em 32 pontos percentuais. Com esse desempenho, o \u00edndice de evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o fechou abril de 2021 com crescimento de 16 pontos na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior e de 7 pontos sobre a m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas\u201d, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da FIEMS, Ezequiel Resende.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada foi a mais alta para o m\u00eas de abril nos \u00faltimos sete anos. \u201cEm abril, 75% dos empres\u00e1rios ouvidos disseram que a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada ficou igual ou acima do usual para o m\u00eas. J\u00e1 o patamar m\u00e9dio de utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade total ficou em 70%, indicando aumento de 12 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a abril de 2020. Por fim, o indicador de utiliza\u00e7\u00e3o efetiva em rela\u00e7\u00e3o ao usual fechou o m\u00eas de abril em 46,1 pontos, resultado 6 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas\u201d.<\/p>\n<h3>Radar industrial aponta expectativa de aumento na demanda<\/h3>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao \u00edndice de expectativa do empres\u00e1rio industrial, o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da FIEMS explica que a demanda atingiu 58,9 pontos, sinalizando expectativa de aumento para os pr\u00f3ximos seis meses a partir de maio e, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, o \u00edndice apresentou eleva\u00e7\u00e3o de 4,9 pontos. \u201cEm maio, 47,5% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses. Por outro lado, para o mesmo per\u00edodo, 5,3% preveem queda. J\u00e1 as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 47,2% do total\u201d.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o aos empregados, foram atingidos 51,8 pontos, sinalizando que as contrata\u00e7\u00f5es devem aumentar nos pr\u00f3ximos seis meses a partir de maio. Em compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, o \u00edndice apresentou eleva\u00e7\u00e3o de 4,0 pontos. \u201cEm maio, 14,5% das empresas disseram que o n\u00famero de empregados deve aumentar nos pr\u00f3ximos seis meses. Por outro lado, 1,8% acreditam que esse n\u00famero deve cair, enquanto 83,6% das empresas esperam manter o n\u00famero de funcion\u00e1rios est\u00e1vel\u201d, destacou o economista.<\/p>\n<p>Sobre a inten\u00e7\u00e3o de investimento, o patamar segue positivo. Em maio, o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial ficou em 55,8 pontos, resultado 7,9 pontos maior que a m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas. No entanto, nos \u00faltimos 5 meses o \u00edndice acumula retra\u00e7\u00e3o de 9,7 pontos. \u201cMesmo assim, o atual levantamento continua refletindo uma alta participa\u00e7\u00e3o das empresas industriais que pretendem realizar investimentos nos pr\u00f3ximos seis meses, correspondendo a 59% do total. Por fim, os resultados variam de zero a 100 pontos. Quanto maior o \u00edndice, maior \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o de investir\u201d.<\/p>\n<h3>Empres\u00e1rio do setor da ind\u00fastria est\u00e1 mais confiante, revela radar<\/h3>\n<p>Ainda conforme a Sondagem Industrial, o empres\u00e1rio se mostra mais confiante. O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial (ICEI) alcan\u00e7ou em maio a marca de 60,1 pontos, indicando aumento de 2,7 pontos sobre o m\u00eas anterior e de 6,9 pontos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas.<\/p>\n<p>\u201cA melhora na confian\u00e7a deve-se, sobretudo, ao maior otimismo do empres\u00e1rio com os pr\u00f3ximos seis meses. Somada tamb\u00e9m \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de que a economia est\u00e1 se recuperando, principalmente pela avalia\u00e7\u00e3o feita em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es atuais da pr\u00f3pria empresa. Por fim, o \u00edndice de confian\u00e7a permanece bem acima da linha divis\u00f3ria dos 50 pontos, indicando que o empres\u00e1rio industrial de Mato Grosso do Sul segue confiante\u201d, explicou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p>O economista ainda destacou que em maio, 27,2% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram. No caso da economia estadual, a piora foi apontada por 20% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais est\u00e3o piores para 14,5% dos empres\u00e1rios que responderam. J\u00e1 para 49,1% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira. E, em\u00a0 rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 56,4% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero ficou em 49,1%.<\/p>\n<p>Por fim, para 21,8% dos empres\u00e1rios, as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, esse percentual tamb\u00e9m ficou em 21,8%, e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado foi de 34,5%. J\u00e1 os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 1,8%.<\/p>\n<h3>Empres\u00e1rios revelam otimismo em rela\u00e7\u00e3o aos pr\u00f3ximos seis meses<\/h3>\n<p>Ezequiel Resende refor\u00e7ou que em maio, 5,5% dos respondentes disseram que est\u00e3o pessimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado alcan\u00e7ou 7,3% e, quanto ao desempenho da pr\u00f3pria empresa, o pessimismo foi apontado por 1,8% dos empres\u00e1rios.<\/p>\n<p>Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situa\u00e7\u00e3o ficaram em 36,4%. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense, esse percentual alcan\u00e7ou 43,6% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 36,4%.<\/p>\n<p>Por fim, 56,3% dos empres\u00e1rios se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado ficou em 47,3% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, 60,0% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. Os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 1,8%.<\/p>\n<p>Saiba mais not\u00edcias da ind\u00fastria de Mato Grosso do Sul em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.fiems.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.fiems.com.br<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial de Mato Grosso do Sul alcan\u00e7ou em abril de 2021 o melhor&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-11715084","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11715084","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11715084"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11715084\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11715085,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11715084\/revisions\/11715085"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11715084"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11715084"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11715084"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}