{"id":11726353,"date":"2022-07-14T09:51:00","date_gmt":"2022-07-14T13:51:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11726353"},"modified":"2022-07-14T11:52:06","modified_gmt":"2022-07-14T15:52:06","slug":"cia-de-danca-do-pantanal-se-apresenta-em-belo-horizonte-e-rio-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/cia-de-danca-do-pantanal-se-apresenta-em-belo-horizonte-e-rio-de-janeiro\/","title":{"rendered":"Cia de Dan\u00e7a do Pantanal se apresenta em Belo Horizonte e Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"<p>A Cia de Dan\u00e7a do Pantanal, do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, se apresenta em Belo Horizonte (MG) nos dias 14 e 16 de julho, e no Rio de Janeiro dia 19. Ser\u00e3o duas apresenta\u00e7\u00f5es diferentes, um deles &#8220;Fern\u00e3o Capelo Gaivota&#8221;, um cl\u00e1ssico da literatura mundial que ganha adapta\u00e7\u00e3o unindo m\u00fasica, literatura e dan\u00e7a, sendo espet\u00e1culo em conjunto com a Orquestra Ouro Preto e projeto Vale M\u00fasica, bem como apresenta\u00e7\u00e3o da coreografia Migrantes, compondo a programa\u00e7\u00e3o do Dan\u00e7a em Tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p>A Cia. De Dan\u00e7a do Pantanal completou, em 2022, cinco anos de exist\u00eancia e se prop\u00f5e a explorar e focar em seus trabalhos contempor\u00e2neos um dos biomas mais preciosos da Humanidade, o Pantanal, que se estende pelo Brasil, Bol\u00edvia e Paraguai, pa\u00edses que t\u00eam o estado de Mato Grosso do Sul como adjacente e \u00e9 considerada a maior \u00e1rea inund\u00e1vel do planeta.<\/p>\n<p><b>Fern\u00e3o Capelo e Gaivota<\/b><\/p>\n<p>A mistura potente da arte de diferentes cantos do pa\u00eds se tornou realidade em uma elogiada produ\u00e7\u00e3o audiovisual, que agora ganha os palcos com a primeira parada em Belo Horizonte. Cantata c\u00eanica para coro infantil, bal\u00e9 e orquestra, a montagem rompe as fronteiras geogr\u00e1ficas conectando a forma\u00e7\u00e3o mineira a jovens artistas do Programa Vale M\u00fasica, projeto autoral do Instituto Cultural Vale.<\/p>\n<p>&#8220;Fern\u00e3o Capelo Gaivota&#8221;, best-seller escrito por Richard Bach, narra a hist\u00f3ria de uma gaivota para a qual voar n\u00e3o seria simplesmente um ato para se locomover. Voar \u00e9 uma arte e, como tal, deve ser treinada, praticada e compartilhada com os demais, gerando grandes transforma\u00e7\u00f5es. Uma hist\u00f3ria sobre a liberdade, a aprendizagem e o amor, que recebe as notas orquestradas nessa adapta\u00e7\u00e3o assinada pelo maestro Rodrigo Toffolo e que conta ainda com nomes de peso como Tim Rescala, autor da m\u00fasica original, e a narra\u00e7\u00e3o conduzida pela doce voz da atriz Nina Vogel.<\/p>\n<p>A estreia do espet\u00e1culo acontece no dia 14 de julho, no Grande Teatro do Sesc Palladium, \u00e0s 20h. No dia 19 de julho, os artistas voltam ao palco, desta vez no Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, \u00e0s 20h.<\/p>\n<p>Para M\u00e1rcia Rolon, coordenadora do Instituto Moinho Cultural Sul- Americano (MS), projeto que deu origem \u00e0 Cia. de Dan\u00e7a do Pantanal, esse trabalho foi desafiador, mas promete um resultado espl\u00eandido. &#8220;Essa busca pela perfei\u00e7\u00e3o, presente em Fern\u00e3o Capelo Gaivota, \u00e9 algo que n\u00f3s, bailarinos, perseguimos constantemente, por isso tamb\u00e9m nos identificamos tanto com esse trabalho. A m\u00fasica \u00e9 leve, \u00e9 suave, \u00e9 alegre, \u00e9 infantil e ao mesmo tempo muito profunda. Ela fala de diversidade e traz todos os pontos da hist\u00f3ria do livro de uma maneira muito concreta, \u00e9 uma leitura musical&#8221;.<\/p>\n<p><b>Festival Dan\u00e7a em Tr\u00e2nsito &#8211; Migrantes<\/b><\/p>\n<p>A Cia. de Dan\u00e7a do Pantanal apresenta no dia 16 de julho no Festival Dan\u00e7a em Tr\u00e2nsito o espet\u00e1culo Migrantes. O core\u00f3grafo da Cia de Dan\u00e7a do Pantanal, Wellington Julio, explica que o espet\u00e1culo se trata do vai e vem e das dores e alegrias causadas por este movimento feito por migrantes e imigrantes.<\/p>\n<p>&#8220;Migrantes \u00e9 um trabalho que conta um pouco sobre a realidades do que v\u00eam e v\u00e3o. V\u00e1rias vezes, essas pessoas s\u00e3o esquecidas. E a apresenta\u00e7\u00e3o fala um pouco dos amores que a gente deixa para tr\u00e1s quando sa\u00edmos de um lugar em busca de algo novo. Fala tamb\u00e9m sobre a felicidade e sobre ser acolhido. Muitas vezes, a gente quer cantar, falar, ser ouvido e, \u00e0s vezes, a gente n\u00e3o consegue. Dependendo do tom da sua pele, do formato do seu rosto ou do seu corpo. Dependendo de quem lhe puxa para tr\u00e1s e para frente tamb\u00e9m&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo foi criado a partir de depoimentos colhidos no processo de crian\u00e7a, tanto de migrantes quanto de imigrantes. Os depoimentos se tornaram movimentos que, agora, s\u00e3o apresentados pelos bailarinos da companhia.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 em Belo Horizonte, no dia 16 de julho, \u00e0s 10h, na Pra\u00e7a da Liberdade.<\/p>\n<h3>Sobre a Cia de Dan\u00e7a do Pantanal<\/h3>\n<p>A Cia de Dan\u00e7a do Pantanal foi criada em 2017, na cidade de Corumb\u00e1\/MS, fronteira com a Bol\u00edvia, sendo uma das a\u00e7\u00f5es integradas do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, que j\u00e1 tem 18 anos. O intuito desde o in\u00edcio do grupo \u00e9 de proporcionar acesso e oportunidade de profissionaliza\u00e7\u00e3o de bailarinos oriundos de projetos sociais sul-americanos, bem como representar o territ\u00f3rio pantaneiro, divulgando a dan\u00e7a com repert\u00f3rios que incluem pe\u00e7as neocl\u00e1ssicas e contempor\u00e2neas, criadas por core\u00f3grafos nacionais e internacionais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Cia de Dan\u00e7a do Pantanal, do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, se apresenta em Belo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":11726354,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-11726353","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726353","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11726353"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726353\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11726355,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726353\/revisions\/11726355"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11726354"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11726353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11726353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11726353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}