{"id":11726415,"date":"2022-07-19T09:04:00","date_gmt":"2022-07-19T13:04:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11726415"},"modified":"2022-07-19T09:48:18","modified_gmt":"2022-07-19T13:48:18","slug":"producao-industrial-apresentou-estabilidade-na-maioria-das-empresas-de-ms-em-junho%ef%bf%bc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/producao-industrial-apresentou-estabilidade-na-maioria-das-empresas-de-ms-em-junho%ef%bf%bc\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial apresentou estabilidade na maioria das empresas de MS em junho\ufffc"},"content":{"rendered":"<p>A atividade industrial de Mato Grosso do Sul apresentou uma acomoda\u00e7\u00e3o na passagem entre os meses de maio e junho, segundo avalia\u00e7\u00e3o feita pelos respondentes da Sondagem Industrial do Radar Industrial da Fiems. No atual levantamento, 60% das empresas industriais do Estado apontaram estabilidade na produ\u00e7\u00e3o, enquanto 17% reportaram crescimento na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas imediatamente anterior.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada, 74% dos empres\u00e1rios industriais disseram que ela esteve igual ou acima do usual para o m\u00eas. J\u00e1 a utiliza\u00e7\u00e3o m\u00e9dia da capacidade total de produ\u00e7\u00e3o encerrou o m\u00eas em 73%.<\/p>\n<p>Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s principais dificuldades enfrentadas no segundo trimestre de 2022, a falta ou alto custo da mat\u00e9ria-prima permanece como o principal desafio apontado pelos respondentes, seguido da alta taxa tribut\u00e1ria, falta de trabalhador qualificado, taxas de juros elevadas e a demanda interna insuficiente.<\/p>\n<p>&#8220;Contudo, para os pr\u00f3ximos seis meses as expectativas seguem positivas, ou seja, os empres\u00e1rios industriais de Mato Grosso do Sul est\u00e3o otimistas e esperam crescimento da demanda por seus produtos e aumento das contrata\u00e7\u00f5es. Com essa combina\u00e7\u00e3o, os \u00edndices de confian\u00e7a e inten\u00e7\u00e3o de investimento permanecem em patamares positivos e acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas&#8221;, afirmou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada entre os dias 1\u00ba e 11 de julho e ouviu 85 empresas, ou 4,6% da amostra nacional, sendo 39 pequenas, 35 m\u00e9dias e 11 grandes dos seguintes segmentos: produtos aliment\u00edcios, produtos de metal, produtos t\u00eaxteis, confec\u00e7\u00e3o de artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios, produtos de material pl\u00e1stico, produtos de minerais n\u00e3o met\u00e1licos, qu\u00edmicos, m\u00e1quinas e equipamentos, extra\u00e7\u00e3o de minerais n\u00e3o met\u00e1licos, biocombust\u00edveis, produtos de borracha, m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos, bebidas, couros e artefatos de couro, produtos de madeira, metalurgia, extra\u00e7\u00e3o de minerais met\u00e1licos, atividades de apoio \u00e0 extra\u00e7\u00e3o de minerais, cal\u00e7ados, impress\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de grava\u00e7\u00f5es, produtos de limpeza, produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos e m\u00f3veis.<\/p>\n<p><strong>Maioria dos empres\u00e1rios espera aumento ou estabilidade na demanda por seus produtos<\/strong><\/p>\n<p>Para os pr\u00f3ximos seis meses a partir de julho, 48,3% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses. Por outro lado, para o mesmo per\u00edodo, 5,9% preveem queda. J\u00e1 as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 44,7% do total.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de empregados, em julho, 28,2% das empresas disseram que o n\u00famero de empregados deve aumentar nos pr\u00f3ximos seis meses. Por outro lado, 7,1% acreditam que esse n\u00famero deve cair, enquanto 63,5% das empresas esperam manter o n\u00famero de funcion\u00e1rios est\u00e1vel.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, em julho, o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial ficou em 62 pontos, indicando aumento de 3,6 pontos sobre o m\u00eas anterior e de 10,3 pontos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas. No atual levantamento 66,0% das empresas industriais disseram que pretendem realizar investimentos nos pr\u00f3ximos seis meses. Os resultados variam de 0 a 100 pontos, quanto maior o \u00edndice, maior \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o de investir.<\/p>\n<p><strong>Confian\u00e7a dos empres\u00e1rios industriais segue em patamar positivo<\/strong><\/p>\n<p>A Sondagem Industrial tamb\u00e9m avaliou o \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial (ICEI), que em junho alcan\u00e7ou a marca de 61,5 pontos, indicando aumento de 6,5 pontos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica obtida para o m\u00eas.<\/p>\n<p>&#8220;Em geral, a confian\u00e7a do empres\u00e1rio industrial de Mato Grosso do Sul segue num patamar positivo, principalmente por conta do otimismo projetado para os pr\u00f3ximos seis meses, especialmente em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho esperado para a pr\u00f3pria empresa. O indicador permanece acima da linha divis\u00f3ria dos 50 pontos, sinalizando que o empres\u00e1rio industrial do Estado segue confiante&#8221;, explica o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com a pesquisa do Radar Industrial da Fiems, em julho, 24,7% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram. No caso da economia estadual, a piora foi apontada por 21,2% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais est\u00e3o piores para 14,1% dos respondentes.<\/p>\n<p>J\u00e1 para 51,8% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 54,1% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero ficou em 56,5%.<\/p>\n<p>Por fim, para 21,2% dos empres\u00e1rios as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual esse percentual ficou em 22,4% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado foi de 27,1%. J\u00e1 os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 2,4%.<\/p>\n<p><strong>Expectativas para os pr\u00f3ximos seis meses<\/strong><\/p>\n<p>Em julho, 14,2% dos respondentes da Sondagem Industrial disseram que est\u00e3o pessimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado alcan\u00e7ou 9,4% e, quanto ao desempenho da pr\u00f3pria empresa, o pessimismo foi apontado por 5,9% dos empres\u00e1rios.<\/p>\n<p>Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situa\u00e7\u00e3o ficou em 36,5%, j\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia do estado esse percentual alcan\u00e7ou 42,4% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, 31,8% disseram que a situa\u00e7\u00e3o deve permanecer igual.<\/p>\n<p>Por fim, 47,1% dos empres\u00e1rios se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado ficou em 45,9% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, 60,0% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. Os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 2,4%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A atividade industrial de Mato Grosso do Sul apresentou uma acomoda\u00e7\u00e3o na passagem entre os meses de maio e junho, segundo avalia\u00e7\u00e3o feita pelos respondentes da Sondagem Industrial do Radar Industrial da Fiems. No atual levantamento, 60% das empresas industriais do Estado apontaram estabilidade na produ\u00e7\u00e3o, enquanto 17% reportaram crescimento na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":11726416,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-11726415","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726415","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11726415"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726415\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11726417,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726415\/revisions\/11726417"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11726416"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11726415"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11726415"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11726415"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}