{"id":11726660,"date":"2022-08-03T08:10:00","date_gmt":"2022-08-03T12:10:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11726660"},"modified":"2022-08-03T09:00:41","modified_gmt":"2022-08-03T13:00:41","slug":"palco-do-cmu-recebe-musicos-nacionais-e-regionais-durante-o-festival-de-bonito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/palco-do-cmu-recebe-musicos-nacionais-e-regionais-durante-o-festival-de-bonito\/","title":{"rendered":"Palco do CMU recebe m\u00fasicos nacionais e regionais durante o Festival de Bonito"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNormal\">As apresenta\u00e7\u00f5es no palco do Centro de M\u00faltiplo Uso (CMU) com o furioso trio instrumental Macaco Bong (MT), a cantora e compositora trans Majur (BA), considerada a nova sensa\u00e7\u00e3o da m\u00fasica brasileira, e o rapper e poeta Rincon Sapi\u00eancia (SP), tamb\u00e9m conhecido como Manicongo. Os artistas de MS marcam presen\u00e7a com o performer J\u00falio Ruschel, a slammer Al\u00ea Coelho e Bro MCs, de Dourados (MS), o primeiro grupo de rap ind\u00edgena do Brasil que vem se destacando no cen\u00e1rio nacional.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">No dia 25 de agosto, no palco do CMU, \u00e9 a vez de se apresentar a banda Macaco Bong, com seu rock instrumental brasileiro. Fundada pelo guitarrista, compositor e produtor Bruno Kayapy em 2004, a banda \u00e9 oriunda de Cuiab\u00e1, Mato Grosso. Come\u00e7ou como um quarteto em 2004 e em 2005 se transformou em um power trio (guitarra, baixo e bateria).<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Mondo Verbero, o mais novo trabalho do Macaco Bong, \u00e9 um caso singular na extensa discografia do trio instrumental de Cuiab\u00e1\/MT. Escrito, produzido e gravado totalmente com recursos remotos, trata-se de um perfeito retrato das consequ\u00eancias criativas geradas pelo confinamento for\u00e7ado dos \u00faltimos dois anos. Tamb\u00e9m \u00e9 a prova musical de que dist\u00e2ncias, restri\u00e7\u00f5es e ang\u00fastias n\u00e3o deveriam ser empecilhos ao exerc\u00edcio da boa arte. Nesse caso, as dificuldades serviram como ingredientes muito estimulantes.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Trata-se do primeiro \u00e1lbum de in\u00e9ditas gravado pela atual forma\u00e7\u00e3o do Macaco Bong \u2013 Bruno Kayapy (guitarra), Hygor Carvalho (baixo) e Marcus Fachinni (bateria) -, juntos como banda pela primeira vez desde 2014. &#8220;Juntos&#8221;, por\u00e9m, \u00e9 mero eufemismo: as trocas \u00e0 dist\u00e2ncia de ideias e peda\u00e7os sonoros se desenvolveram em can\u00e7\u00f5es durante as sess\u00f5es de ensaio exclusivamente virtuais. &#8220;Foi um \u00e1lbum criado por Zoom e WhatsApp&#8221;, revela Kayapy, referindo-se \u00e0 metodologia improv\u00e1vel em outras eras, mas perfeitamente alinhada com os tempos pand\u00eamicos. O resultado \u00e9 a obra mais clim\u00e1tica e experimental da banda em quase duas d\u00e9cadas. &#8220;\u00c9 um disco que desenhou para n\u00f3s a import\u00e2ncia da cultura da gambiarra&#8221;, decreta o guitarrista-fundador do Macaco Bong, rindo, mas falando s\u00e9rio.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Prestes a completar 20 anos de carreira, o Macaco Bong, com seu \u00e1lbum &#8220;Mondo Verbero&#8221;, j\u00e1 vem colecionando pr\u00eamios nas principais listas de melhores \u00e1lbuns nacionais do ano como a lista do TMDQA (Tenho Mais Discos Que Amigos) e pela APCA (Associa\u00e7\u00e3o Paulista dos Cr\u00edticos de Arte). Neste show a banda apostar\u00e1 em um repert\u00f3rio \u00fanico com m\u00fasicas do novo \u00e1lbum e de todos os demais \u00e1lbuns da discografia com &#8220;Amendoim&#8221;, &#8220;Summer Seeds&#8221;, &#8220;Smiles Nike Tim Sprite&#8221; al\u00e9m de outros cl\u00e1ssicos.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">A bela cantora Majur vai realizar seu show com m\u00fasicas in\u00e9ditas, chamado&nbsp;<i>Ojunif\u00e9,&nbsp;<\/i>no dia 26 de agosto, no palco do CMU.&nbsp;O nome vem do idioma iorub\u00e1 e significa &#8220;olhos do amor&#8221;, simbolizando o amadurecimento pessoal e art\u00edstico da cantora soteropolitana e dando o tom do atual momento de sua carreira.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><i>Ojunif\u00e9<\/i>&nbsp;vem sendo concebido h\u00e1 pelo menos dois anos e reflete os aprendizados que Majur obteve durante esse per\u00edodo. &#8220;\u00c9 a minha vida sendo aberta pro mundo, inspirando a viver. Estou muito orgulhosa e emocionada de estar rompendo tantas barreiras&#8221;. Sobre as refer\u00eancias musicais do novo trabalho, ela comenta: &#8220;<i>Ojunif\u00e9<\/i>&nbsp;\u00e9 AfroPop, toques alternativos, claves de matrizes africana e ind\u00edgena, em harmonia com o beat no pop, soul, R&amp;B&#8221;.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O nome (&#8220;olhos do amor&#8221;) vem exatamente para celebrar esse momento de plenitude, em que ela consegue olhar-se com o amor que merece. \u00c9 um trabalho de for\u00e7a e f\u00e9 na Majur do presente, que tem muito a compartilhar com o mundo, a exemplo do mantra de auto aceita\u00e7\u00e3o que \u00e9 a faixa &#8220;Flua&#8221;, a segunda da&nbsp;<i>tracklist<\/i>&nbsp;&#8211; &#8220;<i>Se deixa viver\/Passarinho voa al\u00e9m\/Diversidade n\u00e3o tem ref\u00e9m\/Eu posso ser que eu quiser ser<\/i>&#8220;.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u00c9 sob essa \u00f3tica, do amor pleno por si, que Majur navega por reflex\u00f5es sobre afeto, orgulho e outras viv\u00eancias. Em &#8220;Aqu\u00e1rio&#8221;, ela est\u00e1 alerta a um relacionamento que n\u00e3o faz bem, e entende que deve seguir em frente, sozinha. &#8220;<i>Desculpa, mas, comigo n\u00e3o vai dar\/Essa hist\u00f3ria, eu sei onde chega\/Bem que eu quis acreditar\/Voc\u00ea n\u00e3o quis acertar, ent\u00e3o<\/i>&#8220;.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u00c9 com um olhar carinhoso para si mesma que a cantora se percebe plena, orgulhosa da mulher que \u00e9. &#8220;<i>E como se fosse certeza, te jurei meu amor\/Se nos transpassasse mil vidas, mem\u00f3ria vividas\/Se eu pudesse escolher, te amaria de novo\/E de novo, E de novo<\/i>&#8220;, ela canta em &#8220;De novo&#8221;, a faixa de encerramento, na qual ela parece falar com a Majur de anos atr\u00e1s, declarando seu amor incondicional por ela.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ainda no dia 26 de agosto se apresenta no palco do CMU&nbsp;Julio Ruschel, 29 anos, bailarino h\u00e1 dez anos, professor de Arte formado pela UEMS e compositor e cantor profissionalmente h\u00e1 tr\u00eas. Est\u00e1 iniciando sua carreira musical como cantor pop regional. Lan\u00e7ou seu primeiro EP, e com seu single intitulado &#8220;Sigilo&#8221; em parceria com a artista, cantora , bailarina Miss Viol\u00eancia, 21 anos, outro nome da cena art\u00edstica da comunidade LGBTQIA+ da cidade.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">O EP intitulado &#8220;RUSCHEL&#8221; possui quatro m\u00fasicas incluindo Sigilo. Flores\u00e7a, Presente Saudade, parceria com a cantora local, Aline Donatto, 30 anos, que foi premiada no Festival Universit\u00e1rio da Can\u00e7\u00e3o 2021, e Curriculum Vitae s\u00e3o m\u00fasicas autorais, e todas elas possuem o objetivo de ter uma produ\u00e7\u00e3o visual.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Al\u00e9m de Sigilo, j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel no youtube, &#8220;Flores\u00e7a&#8221;. Segunda m\u00fasica do EP. Enquanto Sigilo caminha para um universo mais cyberpunk, Flores\u00e7a possui uma pegada mais positividade. Desde os lan\u00e7amentos, tanto Sigilo, quanto Flores\u00e7a est\u00e3o repercutindo de forma positiva na cena local, contribuindo para uma maior valoriza\u00e7\u00e3o de outras m\u00fasicas locais que fogem do bom e velho sertanejo.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Julio Ruschel \u00e9 um cantor pop que entrega materiais visuais e qualidade vocal com performances que v\u00e3o al\u00e9m do que \u00e9 encontrado na m\u00fasica local.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">No s\u00e1bado (27), abrindo as apresenta\u00e7\u00f5es, o grupo BR\u00d4 MC&#8217;s, primeiro grupo de rap ind\u00edgena do Brasil. Br\u00f4 MC&#8217;s, carrega consigo a for\u00e7a da fala, Nhe&#8217;e, um misto de m\u00fasicas tradicionais ind\u00edgenas com a batida pulsante do rap, que atravessa mais uma<br \/>\nfronteira, e traz consigo dessa vez, toda a for\u00e7a da cultura ind\u00edgena Guarani e Kaiow\u00e1.O<br \/>\ntrabalho se materializa atrav\u00e9s de rimas e cantos na l\u00edngua nativa, mas tamb\u00e9m em<br \/>\nPortugu\u00eas.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">O grupo Bro\u0302 Mc&#8217;s e\u0301 pioneiro na representatividade dos povos origina\u0301rios na Cultura Hip Hop, com letras marcantes, cantadas em idioma guarani e portugue\u0302s, o Rap Indi\u0301gena, e\u0301 como uma flecha potente que atinge toda sociedade. Temas de grande impacto social<br \/>\nsa\u0303o fontes de inspiraca\u0303o para o grupo, como a demarcac\u0327a\u0303 o de terras, a resiste\u0302ncia da cultura indi\u0301gena e a esperanc \u0327 a de um mundo mais justo. Por se tratar de um movimento (hip hop) advindo das periferias e carregado de responsabilidade transformadora, a mu\u0301sica rap se torna a ferramenta arti\u0301stica para o grupo expressar a realidade da sua comunidade. Realidade essa, evitada e silenciada ha\u0301 se\u0301culos.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Formado por quatro jovens de etnia Guarani Kaiowa\u0301, da s aldeias Jaguapiru e Bororo\u0301,<br \/>\nlocalizadas no munici\u0301pio de Dourados \u2013 Mato Grosso do Sul, o grupo carrega a ancestralidade e a forc\u0327 a da comunidade indi\u0301gena, mostrando o cotidiano vivido por seu povo em suas mu\u0301sicas.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">A import\u00e2ncia de projetos educacionais para o desenvolvimento da forma\u00e7a\u0303o do senso cri\u0301tico e de agentes sociais, esta\u0301 diretamente ligada ao surgimento do grupo Bro Mc&#8217;s, no qual, o acesso a uma educa\u00e7a\u0303o de qualidade, interfere diretamente na constru\u00e7a\u0303o de uma conscie\u0302ncia coletiva, preocupada com a transforma\u00e7a\u0303o social. Construir uma &#8220;nova&#8221; identidade regional se torna ta\u0303o necessa\u0301rio, quanto enriquecedor para a cultura local.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Genuinamente protagonizada por aqueles que representam a histo\u0301ria, e resistem ha\u0301 tempos em uma sociedade cao\u0301tica, a originalidade da arte indi\u0301gena provoca e propaga um conhecimento exclusivo &#8211; raivoso, questionador, bonito, ancestral e atual, sem artifi\u0301cios. De forma a promover o respeito \u00e0 diversidade empiricamente ressaltando e valorizando a expressa\u0303o vital indi\u0301gena, universo esse, repleto de ensinamentos e pra\u0301ticas sucumbidas pela poli\u0301tica colonizadora, no qual o grupo traz a tona e retoma esses espa\u00e7os, poeticamente.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Somando 13 anos de trajeto\u0301ria, o Bro\u0302 Mc&#8217;s tem na bagagem apresenta\u00e7o\u0303es que va\u0303o desde Assembleias de Comunidades Indi\u0301genas, a programas de TV como Multishow (2020) e Xuxa (2010) e eventos de posse presidencial. Consta tambe\u0301m parcerias com artistas nacionais, participac\u0327o\u0303es em longa -metragem, shows em escolas, universidades, festivais nacionais, turne\u0302 na Europa, e agora, o alcance da voz e o poder da fala repercutira\u0301 no palco do maior festival de mu\u0301sica do mundo, o Rock in Rio.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Finalizando as apresenta\u00e7\u00f5es musicais no palco do CMU, durante o Festival de Inverno de Bonito, no dia 27 de agosto s apresenta o MC, produtor e empres\u00e1rio Rincon Sapi\u00eancia, um artista de destaque na cena musical brasileira. Em 2017, lan\u00e7ou Galanga Livre, seu \u00e1lbum de estreia, que entrou para a lista dos 50 melhores \u00e1lbuns da m\u00fasica brasileira de 2017 da Associa\u00e7\u00e3o Paulista dos Cr\u00edticos de Artes (APCA) e ganhou dois trof\u00e9us do Superj\u00fari no Pr\u00eamio Multishow daquele ano. A premia\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m rendeu o t\u00edtulo de Revela\u00e7\u00e3o do Ano, refor\u00e7ado pela sua elei\u00e7\u00e3o como Artista do Ano pela APCA e a escolha como melhor disco do ano pela revista Rolling Stone Brasil.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">&nbsp;Em 2018, o artista lan\u00e7ou o seu pr\u00f3prio selo musical independente, chamado MGoma, apostando em seu reconhecimento como um dos produtores musicais mais respeitados da cena. Em novembro de 2019, Rincon lan\u00e7ou &#8220;Mundo Manicongo: Dramas, Dan\u00e7as e Afroreps&#8221;, seu t\u00e3o aguardado segundo \u00e1lbum de carreira, inteiramente produzido e dirigido por ele.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">No seu show &#8220;Mundo Manicongo: Dramas, Dan\u00e7as e Afroreps&#8221; o artista viaja pelos mais diversos ritmos, norteado pela musicalidade de vertentes da m\u00fasica pop contempor\u00e2nea africana. Com instrumentais dan\u00e7antes e divertidos, uma das marcas de sua nova fase, o disco \u00e9 o primeiro lan\u00e7ado pelo seu selo pr\u00f3prio, o MGoma, e disponibilizado em todas as plataformas de streaming e no YouTube.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">O novo trabalho exp\u00f5e a evolu\u00e7\u00e3o de Rincon como artista e produtor musical, que assina toda a produ\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00e3o do trabalho, no qual se desprende da veia cl\u00e1ssica predominante no multipremiado Galanga Livre (2017), seu disco de estreia.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Em &#8220;Mundo Manicongo: Dramas, Dan\u00e7as e Afroreps&#8221;, Rincon bebe na fonte de estilos africanos mais variados, desde o afrobeat e o afrohouse, at\u00e9 o dundunba, ritmo origin\u00e1rio da Guin\u00e9 e divulgado ao redor do mundo pelo mestre djembefol\u00e1 Famoudou Konat\u00e8. Abusando da psicodelia e com uma pegada menos org\u00e2nica, no disco tamb\u00e9m se destaca o di\u00e1logo com ritmos origin\u00e1rios das periferias, como o pagod\u00e3o baiano e o funk brasileiro \u2013 desde o Mandela at\u00e9 o 150 bpm &#8211; e indo at\u00e9 o grime ingl\u00eas.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Permitindo-se novas experimenta\u00e7\u00f5es musicais, o Manicongo apresenta ao p\u00fablico o seu mundo, circundado por conflitos existenciais e amorosos. Mantendo a sua j\u00e1 conhecida leitura apurada da realidade que o cerca \u2013 ou que o liberta \u2013 o artista adota a proposta de celebra\u00e7\u00e3o como uma constante no discurso. O esmero no uso dos graves traz ao trabalho uma sonoridade agrad\u00e1vel e que convida a dan\u00e7ar.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Destaque para os timbres 808 e drops certeiros, somados a refr\u00f5es marcantes, al\u00e9m da onipresen\u00e7a, \u00e0s vezes sutil e outras vezes marcante, do trap. Os arranjos se destacam pela riqueza e pela originalidade, valendo-se de instrumentos pouco convencionais no rap como o djemb\u00ea, berimbau, marimba e metais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As apresenta\u00e7\u00f5es no palco do Centro de M\u00faltiplo Uso (CMU) com o furioso trio instrumental&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":11726663,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-11726660","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726660","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11726660"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726660\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11726664,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11726660\/revisions\/11726664"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11726663"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11726660"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11726660"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11726660"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}