{"id":11753334,"date":"2024-07-13T09:15:00","date_gmt":"2024-07-13T13:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11753334"},"modified":"2024-07-13T18:57:45","modified_gmt":"2024-07-13T22:57:45","slug":"biologos-tentam-salvar-fauna-ameacada-pelo-fogo-no-pantanal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/biologos-tentam-salvar-fauna-ameacada-pelo-fogo-no-pantanal\/","title":{"rendered":"Bi\u00f3logos tentam salvar fauna amea\u00e7ada pelo fogo no Pantanal"},"content":{"rendered":"<p>Quatro anos ap\u00f3s os devastadores inc\u00eandios que\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/it\/node\/1551865\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">incineraram cerca de 30% do Pantanal brasileiro<\/a>, o fogo volta a amea\u00e7ar as esp\u00e9cies animais que vivem na regi\u00e3o, considerada um santu\u00e1rio da biodiversidade e um patrim\u00f4nio natural da humanidade. Enquanto brigadistas, bombeiros, militares e volunt\u00e1rios tentam\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2024-07\/forca-tarefa-extingue-30-pontos-de-queimada-no-pantanal-diz-marina#\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">apagar as chamas<\/a> as chamas, bi\u00f3logos, veterin\u00e1rios e outros profissionais se dedicam a minimizar o sofrimento animal.<\/p>\n<p>&#8220;O fogo \u00e9 um fator estressante para a biodiversidade. Devemos ter muito cuidado, pois \u00e9 dif\u00edcil prever por quanto tempo mais toda essa abund\u00e2ncia em termos de fauna e flora resistir\u00e1 at\u00e9 come\u00e7armos a perder irremediavelmente\u00a0esp\u00e9cies para esses inc\u00eandios intensos, que t\u00eam queimado repetidas vezes as mesmas \u00e1reas&#8221;, disse \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>\u00a0o bi\u00f3logo Wener Hugo Arruda Moreno, do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental (ONG) que desde 2002 atua na conserva\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o do Pantanal.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover\" title=\"Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/SFMGaNdWx96PAp8dFWY0RCUGfZs=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/07\/02\/base-prevfogo_mcamgo_abr_01072024-13.jpg?itok=0OQE_a1t\" alt=\"Corumb\u00e1 (MS), 01\/07\/2024 - Brigadista observa acampamento montado na  na Base do Prevfogo\/Ibama. Foto: Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\">Brigadista observa acampamento montado na na Base do Prevfogo\/Ibama. Foto\u00a0&#8211;\u00a0<strong>Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>O instituto \u00e9 uma das organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil que integram o Grupo de Resgate T\u00e9cnico Animal Cerrado Pantanal (Gretap), junto a representantes de \u00f3rg\u00e3os, entidades e institui\u00e7\u00f5es sul-mato-grossenses e federais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama).<\/p>\n<p>O grupo foi institu\u00eddo em abril de 2021, na esteira dos inc\u00eandios que se seguiram \u00e0 grande seca de 2019 e 2020,\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2020-10\/seca-no-pantanal-tende-se-agravar-apontam-especialistas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a mais severa registrada em 50 anos<\/a>. Cabe ao Gretap monitorar, avaliar, resgatar e dar assist\u00eancia a animais afetados por \u00a0eventuais desastres ambientais no Mato Grosso do Sul. Pela experi\u00eancia de seus integrantes, em maio deste ano, parte do grupo viajou ao Rio Grande do Sul, onde participou do resgate e atendimento a animais dom\u00e9sticos e silvestres atingidos pelas recentes enchentes no estado.<\/p>\n<p>Estudo que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-021-02844-5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pesquisadores brasileiros publicaram<\/a>\u00a0em dezembro de 2021, no peri\u00f3dico Scientific Reports, estima que, em 2020, os inc\u00eandios pantaneiros mataram, diretamente, cerca de 17 milh\u00f5es de animais vertebrados.<\/p>\n<p>A mortalidade foi maior entre as pequenas serpentes (os especialistas estimam que 9,4 milh\u00f5es delas morreram) e pequenos roedores (3,3 milh\u00f5es). Aproximadamente 1,5 milh\u00e3o de aves morreram queimadas, intoxicadas ou, posteriormente, de fome. As chamas ou suas consequ\u00eancias tamb\u00e9m tiraram a vida de 458 mil primatas, 237 mil jacar\u00e9s e 220 mil tamandu\u00e1s.<\/p>\n<p>Ainda \u00e9 cedo para dizer se a trag\u00e9dia se repetir\u00e1 este ano, em dimens\u00f5es semelhantes. Contudo,\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\/meio-ambiente\/audio\/2024-07\/pantanal-tem-1o-semestre-com-mais-incendios-em-26-anos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">autoridades j\u00e1 reconhecem<\/a>\u00a0que o n\u00famero de focos de inc\u00eandio registrados no bioma ao longo do primeiro semestre deste ano \u00e9 o maior para o per\u00edodo dos \u00faltimos 26 anos, superando inclusive o resultado de 2020.<\/p>\n<h2>Mapbiomas<\/h2>\n<p>Al\u00e9m disso, de acordo com a rede Mapbiomas, em junho deste ano foi registrada a maior m\u00e9dia de \u00e1rea queimada para o mesmo m\u00eas desde 2012. A marca superou a m\u00e9dia hist\u00f3rica de setembro, m\u00eas em que os focos de calor tendem a intensificar, dada a persist\u00eancia do clima seco.<\/p>\n<p>&#8220;Aqui,\u00a0em Mato Grosso do Sul, nosso trabalho se intensificou muito nos \u00faltimos tempos, principalmente no \u00faltimo m\u00eas&#8221;, afirmou Moreno.<\/p>\n<p>&#8220;Estamos frequentemente indo \u00e0s \u00e1reas pantaneiras atingidas pelos inc\u00eandios. Verificamos o ambiente, e vemos se os animais est\u00e3o retornam \u00e0s \u00e1reas debilitados, ou\u00a0se as esp\u00e9cies que l\u00e1 permanecem t\u00eam ref\u00fagios para obter os recursos necess\u00e1rios \u00e0 sobreviv\u00eancia. Temos observado muitas carca\u00e7as de r\u00e9pteis, pequenos roedores e anf\u00edbios, mas ainda estamos come\u00e7ando o processo de contagem&#8221;, disse Moreno. Ele destacou\u00a0a velocidade com que o fogo tem se espalhado pela vegeta\u00e7\u00e3o, que\u00a0nesta \u00e9poca do ano\u00a0costuma estar bastante seca.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;O Pantanal n\u00e3o \u00e9 para amadores. \u00c9 preciso conhecer bem a \u00e1rea, saber como se formam os corredores de propaga\u00e7\u00e3o do fogo. O fogo \u00e9 assustador. A velocidade com que ele avan\u00e7a e o tamanho da \u00e1rea atingida s\u00e3o impressionantes. Combater \u00e0s chamas e proteger a fauna\u00a0\u00e9 um trabalho dif\u00edcil.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>Segundo Moreno, antes de ir\u00a0a campo, os agentes precisam\u00a0fazer um diagn\u00f3stico preliminar da \u00e1rea, usando drones e ferramentas de geoprocessamento.<\/p>\n<p>&#8220;Temos que esperar entre 48 horas e 72 horas a partir do fim das chamas para podermos deslocar uma equipe para determinado lugar, sob risco de deixar as pessoas em perigo&#8221;, acrescentou Moreno, destacando os riscos da atividade.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Da\u00ed a sensa\u00e7\u00e3o de al\u00edvio que sinto quando localizamos um animal que, apesar de tudo, n\u00e3o precisa de resgate, que basta o monitorarmos e, se preciso, suplementar a alimenta\u00e7\u00e3o at\u00e9 que a vegeta\u00e7\u00e3o se recomponha.&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p>No fim do m\u00eas passado, o fot\u00f3grafo da\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, Marcelo Camargo, passou dias acompanhando brigadistas combatendo as chamas.\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/foto\/2024-07\/arvore-nao-resiste-ao-fogo-e-ninho-com-ovos-de-tuiuiu-vai-ao-1719924211-0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Camargo testemunhou e registrou<\/a>\u00a0o sofrimento animal e a devasta\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o pantaneira. Na manh\u00e3 do dia 30, enquanto se deslocavam, de helic\u00f3ptero, para uma \u00e1rea de dif\u00edcil acesso, as equipes avistaram um tuiui\u00fa, ave s\u00edmbolo do Pantanal, pousado na copa de uma grande \u00e1rvore, em meio a uma \u00e1rea ainda fumegante. Olhando mais atentamente, perceberam que o animal parecia estar protegendo seus ovos, em um ninho constru\u00eddo entre os galhos mais altos.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover\" title=\"Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/hmgT7CxPfDPKTJM3MSw_YICPNx0=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/07\/02\/base-prevfogo_mcamgo_abr_01072024-8.jpg?itok=7ihkArvl\" alt=\"Corumb\u00e1 (MS), 01\/07\/2024 - Ap\u00f3s a chegada de mais equipamentos e refor\u00e7os vindos de v\u00e1rias partes do Pa\u00eds, brigadistas se preparam na Base do Prevfogo\/Ibama para mais um dia de combates. Foto: Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\">\u00a0Ap\u00f3s a chegada de mais equipamentos e refor\u00e7os vindos de v\u00e1rias partes do Pa\u00eds, brigadistas se preparam na Base do Prevfogo\/Ibama para mais um dia de combates. Foto: &#8211;\u00a0<strong>Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&#8220;Seria o primeiro dia de atua\u00e7\u00e3o da equipe de brigadistas quilombolas da comunidade Kalunga, de Cavalcante [GO], na regi\u00e3o. Est\u00e1vamos a caminho de uma \u00e1rea de mata fechada com um grande n\u00famero de focos de inc\u00eandio, a cerca de 50 quil\u00f4metros de Corumb\u00e1 [MS]. Durante o percurso, o piloto do helic\u00f3ptero avistou o tuiui\u00fa e identificou o ninho, no alto da \u00e1rvore, com ao menos tr\u00eas ovos dentro. Ainda havia um foco de inc\u00eandio ao redor da \u00e1rvore, que estava expelindo fuma\u00e7a. Os pilotos sobrevoaram o local para marcar as coordenadas [de geolocaliza\u00e7\u00e3o], para que os brigadistas tentassem acessar o local em outro momento. Eu ent\u00e3o consegui registrar minhas primeiras imagens&#8221;, contou Camargo ao retornar a Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>&#8220;Seguimos para nosso destino, a partir de onde os brigadistas tiveram que abrir caminho em meio \u00e0 mata fechada. Foram cerca de duas horas s\u00f3 para conseguirmos chegar ao foco do inc\u00eandio. E ap\u00f3s muitas horas, no hor\u00e1rio combinado para o helic\u00f3ptero nos resgatar, n\u00e3o t\u00ednhamos conseguido chegar nem perto do local onde avistamos o tuiui\u00fa. Durante o voo de volta a Corumb\u00e1, eu ainda fiz mais umas fotos. Havia ao menos um p\u00e1ssaro, aparentemente guardando o ninho. Outras pessoas, em outras aeronaves, disseram ter visto dois p\u00e1ssaros adultos, um casal, mas isso eu n\u00e3o presenciei. Na manh\u00e3 seguinte, o piloto do primeiro helic\u00f3ptero que passou pelo local j\u00e1 n\u00e3o encontrou a \u00e1rvore de p\u00e9. Mais tarde, quando consegui lugar em uma aeronave, consegui identificar parte da \u00e1rvore ca\u00edda no ch\u00e3o e o ninho, aparentemente queimado, pr\u00f3ximo&#8221;, relatou o fot\u00f3grafo da\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>Uma fam\u00edlia de bugios teve um pouco mais de sorte. Ou muito mais sorte, considerando que, apesar de expulsos de seu bando e com dificuldades para encontrar alimentos, n\u00e3o sofreram qualquer ferimento e est\u00e3o recebendo ajuda dos membros do Gretap, conforme contou o bi\u00f3logo do Instituto do Homem Pantaneiro.<\/p>\n<p>&#8220;Recebemos o chamado de uma senhora, ribeirinha, que achava que a f\u00eamea tinha sofrido queimaduras e precisava de cuidados. Ao chegarmos \u00e0 \u00e1rea, na regi\u00e3o de Ba\u00eda do Castelo, na margem direita do Rio Paraguai, a cerca de duas horas de viagem de barco a partir de Corumb\u00e1, encontramos um bando de bugios e macacos-da-noite. S\u00f3 na segunda tentativa localizamos, isolada, a f\u00eamea que procur\u00e1vamos. Ela n\u00e3o tinha queimaduras. Era seu filhote, rec\u00e9m-nascido, bastante magro e debilitado, que estava se segurando nela. Al\u00e9m da f\u00eamea com seu filhote, havia um macho. Provavelmente, os tr\u00eas foram expulsos de seu grupo devido \u00e0 escassez de recursos. Nestes casos, nossa estrat\u00e9gia \u00e9 monitorar os animais. Administramos um pouco de frutas, um aporte nutricional b\u00e1sico, e instalamos c\u00e2meras na \u00e1rea para podermos observar se o bando vai aceitar os alimentos&#8221;, concluiu \u00a0Wener Hugo Arruda Moreno.<\/p>\n<h2>Devasta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Coordenadora operacional do Grupo de Resgate T\u00e9cnico Animal Cerrado Pantanal (Gretap), a bi\u00f3loga e veterin\u00e1ria Paula Helena Santa Rita refor\u00e7a que as consequ\u00eancias de mais uma temporada de fogo sem controle est\u00e3o sendo &#8220;devastadoras&#8221; para os animais.<\/p>\n<p>&#8220;Para a fauna, as consequ\u00eancias s\u00e3o as piores poss\u00edveis. V\u00e3o da morte direta de animais, por incinera\u00e7\u00e3o e inala\u00e7\u00e3o de fuma\u00e7a e fuligem, a mortes posteriores, por falta de alimentos e outras quest\u00f5es, podendo, inclusive, no limite, interferir na quest\u00e3o da reprodu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, caso haja a perda de um n\u00famero significativo de indiv\u00edduos&#8221;, explicou Paula.<\/p>\n<p>&#8220;Alguns fatores, como a pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o humana, se somaram e tivemos a antecipa\u00e7\u00e3o [ocorr\u00eancia] do fogo. N\u00f3s [do Gretap] estamos monitorando a situa\u00e7\u00e3o, principalmente em locais por onde o fogo j\u00e1 passou, e fazendo o aporte nutricional b\u00e1sico quando necess\u00e1rio. Tamb\u00e9m deslocamos alguns animais que encontramos pr\u00f3ximos a \u00e1reas de fogo&#8221;, concluiu a coordenadora do Gretap.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quatro anos ap\u00f3s os devastadores inc\u00eandios que\u00a0incineraram cerca de 30% do Pantanal brasileiro, o fogo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":11753336,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[209],"class_list":["post-11753334","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente","tag-meio-ambiente"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11753334","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11753334"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11753334\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11753337,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11753334\/revisions\/11753337"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11753336"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11753334"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11753334"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11753334"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}