{"id":11763753,"date":"2025-03-06T09:23:18","date_gmt":"2025-03-06T13:23:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11763753"},"modified":"2025-03-06T12:41:04","modified_gmt":"2025-03-06T16:41:04","slug":"mato-grosso-do-sul-expande-geracao-de-energia-em-11-com-destaque-para-projetos-renovaveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/mato-grosso-do-sul-expande-geracao-de-energia-em-11-com-destaque-para-projetos-renovaveis\/","title":{"rendered":"Mato Grosso do Sul expande gera\u00e7\u00e3o de energia em 11%, com destaque para projetos renov\u00e1veis"},"content":{"rendered":"\n<p>Mato Grosso do Sul atingiu em 2024 a capacidade instalada total de 9.843 MW de energia, um aumento de 11% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Desse total, as fontes renov\u00e1veis correspondem a mais de 90% da capacidade instalada, com a energia h\u00eddrica representando mais da metade desse grupo, seguido pela biomassa, com praticamente um quarto da produ\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n\n\n\n<p>O dados s\u00e3o da Coordenadoria de Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica, da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciencia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o), que traz um panorama atualizado da gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica no Estado, compilado com base nas informa\u00e7\u00f5es do Siga (Sistema de Informa\u00e7\u00f5es de Gera\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica).<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento, segundo o titular da Semadesc, Jaime Verruck, revela um cen\u00e1rio promissor e em constante evolu\u00e7\u00e3o, marcado pela diversifica\u00e7\u00e3o da matriz energ\u00e9tica e pelo crescimento das fontes renov\u00e1veis em mato Grosso do Sul, seguindo as principais tend\u00eancias da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica global.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A matriz energ\u00e9tica do Estado se destaca pela forte presen\u00e7a de fontes renov\u00e1veis, que respondem por 94,1% da capacidade instalada. A energia h\u00eddrica lidera com 54,5%, seguida pela biomassa (24,3%) e pela energia solar (15,3%). As fontes f\u00f3sseis, por sua vez, representam apenas 5,9% do total, refletindo o compromisso do Estado com a sustentabilidade e a transi\u00e7\u00e3o para uma matriz el\u00e9trica mais limpa&#8221;, salientou Verruck.<\/p>\n\n\n\n<p>O relat\u00f3rio traz ainda um panorama de crescimento dos pequenos geradores. A gera\u00e7\u00e3o da energia el\u00e9trica \u00e9 dividida em GC (Gera\u00e7\u00e3o Centralizada), que s\u00e3o as grandes usinas capazes de gerar quantidades elevadas de energia, e em GD (Gera\u00e7\u00e3o Distribu\u00edda), composta por pequenos geradores, muitos deles dom\u00e9sticos, como \u00e9 o caso dos pain\u00e9is solares em resid\u00eancias e com\u00e9rcios.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"attachment_446415\"><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Ilumina-Pantanal-Foto-Bruno-Rezende-04-scaled.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Ilumina-Pantanal-Foto-Bruno-Rezende-04-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-446415\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Placas solares s\u00e3o as respons\u00e1veis, por exemplo, por garantir fornecimento de energia para as comunidades mais isoladas do Pantanal<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio, a gera\u00e7\u00e3o centralizada corresponde por 84,7% da produ\u00e7\u00e3o sul-mato-grossense, enquanto a distribu\u00edda equivale aos 15,3% restantes. Embora a GD represente uma parcela menor em termos de pot\u00eancia instalada, ela \u00e9 respons\u00e1vel por 98% dos empreendimentos de gera\u00e7\u00e3o de energia no Estado, com 132.458 unidades em opera\u00e7\u00e3o, um crescimento de 53% em 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>A GC conta com uma pot\u00eancia outorgada de 11.832 MW, dos quais 70% j\u00e1 est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, tendo destaque as hidrel\u00e9tricas (64% da capacidade instalada em opera\u00e7\u00e3o), seguidas pelas usinas de biomassa, com 28%. Al\u00e9m disso, h\u00e1 um significativo n\u00famero de projetos em desenvolvimento, principalmente usinas solares, que representam 88,8% da pot\u00eancia em constru\u00e7\u00e3o ou planejada.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a GD, que permite a produ\u00e7\u00e3o de energia pr\u00f3xima ao local de consumo, tem como principal fonte a radia\u00e7\u00e3o solar, respons\u00e1vel por 99,7% da pot\u00eancia instalada nessa modalidade. Os consumidores residenciais s\u00e3o os maiores protagonistas, representando 45% da pot\u00eancia instalada e 81% dos empreendimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Campo Grande, Dourados e Tr\u00eas Lagoas s\u00e3o os munic\u00edpios que mais se destacam em termos de capacidade de gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"attachment_474900\"><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Energia-Linhao-MS-Foto-Saul-Scharmm-3-scaled.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Energia-Linhao-MS-Foto-Saul-Scharmm-3-1024x597.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-474900\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">MS se destaca na produ\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel e sustent\u00e1vel<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>De acordo com Verruck, a Coordenadoria de Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica da Semadesc tem sido fundamental na compila\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise desses dados, fortalecendo a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e estrat\u00e9gias que visam ampliar a participa\u00e7\u00e3o das energias renov\u00e1veis na matriz el\u00e9trica do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Com uma matriz cada vez mais diversificada e sustent\u00e1vel, Mato Grosso do Sul se consolida como um exemplo na transi\u00e7\u00e3o para um futuro energ\u00e9tico mais limpo e resiliente&#8221;, conclui Verruck.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mato Grosso do Sul atingiu em 2024 a capacidade instalada total de 9.843 MW de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":11763754,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8,9],"tags":[],"class_list":["post-11763753","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11763753","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11763753"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11763753\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11763755,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11763753\/revisions\/11763755"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11763754"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11763753"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11763753"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11763753"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}