{"id":11765870,"date":"2025-04-08T10:20:00","date_gmt":"2025-04-08T14:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11765870"},"modified":"2025-04-08T14:43:44","modified_gmt":"2025-04-08T18:43:44","slug":"corumba-registra-alta-incidencia-de-casos-provaveis-de-dengue-mas-confirmacoes-seguem-baixas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/corumba-registra-alta-incidencia-de-casos-provaveis-de-dengue-mas-confirmacoes-seguem-baixas\/","title":{"rendered":"Corumb\u00e1 registra alta incid\u00eancia de casos prov\u00e1veis de dengue, mas confirma\u00e7\u00f5es seguem baixas"},"content":{"rendered":"\n<p>Mato Grosso do Sul apresenta uma queda significativa nos casos de dengue em 2025, mas enfrenta, ao mesmo tempo, o aumento preocupante da Chikungunya. O cen\u00e1rio, mapeado pela SES (Secretaria de Estado de Sa\u00fade), \u00e9 baseado no comparativo dos Boletins Epidemiol\u00f3gicos da Semana 13 deste ano em rela\u00e7\u00e3o ao anterior. <\/p>\n\n\n\n<p>Os n\u00fameros refor\u00e7am a necessidade de manter e intensificar as a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o semelhantes para as duas doen\u00e7as, ambas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. At\u00e9 a 13\u00aa Semana Epidemiol\u00f3gica, os dados mostram que os casos prov\u00e1veis de dengue ca\u00edram de 11.708 em 2024 para 6.692 em 2025 \u2014 uma redu\u00e7\u00e3o de cerca de 43%. O n\u00famero de casos confirmados tamb\u00e9m caiu, passando de 4.325 para 2.445, o que representa uma queda de 43,5%.<\/p>\n\n\n\n<p>A incid\u00eancia da doen\u00e7a no estado diminuiu de 424,7 para 242,8 casos por 100 mil habitantes. Houve ainda redu\u00e7\u00e3o nos \u00f3bitos: 10 em 2024 contra 7 neste ano, considerando-se o mesmo per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa redu\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionada a um conjunto de a\u00e7\u00f5es de vigil\u00e2ncia e controle desenvolvidas pelo Governo do Estado, bem como ao avan\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o contra a dengue. Em 2025, a cobertura vacinal da primeira dose (D1) atingiu 52,83% entre o p\u00fablico-alvo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Corumb\u00e1 <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Corumb\u00e1 aparece com <strong>381 casos prov\u00e1veis de dengue<\/strong> at\u00e9 a 13\u00aa semana epidemiol\u00f3gica de 2025, com uma alta <strong>incid\u00eancia de 395,8 por 100 mil habitantes<\/strong>, de acordo com a SES. No entanto, apenas <strong>20 casos foram confirmados<\/strong>, com uma <strong>incid\u00eancia de 20,8<\/strong>, classificada como <strong>baixa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o munic\u00edpio vizinho, <strong>Lad\u00e1rio<\/strong>, teve <strong>51 casos prov\u00e1veis<\/strong> e uma incid\u00eancia <strong>m\u00e9dia<\/strong> de 215,3 por 100 mil habitantes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chikungunya<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em contrapartida, os n\u00fameros da Chikungunya chamam aten\u00e7\u00e3o: os casos prov\u00e1veis passaram de 3.679 em 2024 para 4.668 em 2025, um aumento de 27%. O salto mais expressivo ocorreu nos casos confirmados, que cresceram 295%, de 219 para 865. A incid\u00eancia subiu de 133,5 para 169,3 casos por 100 mil habitantes. H\u00e1 um \u00f3bito confirmado neste ano, nenhum havia sido registrado no mesmo per\u00edodo de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns munic\u00edpios concentram os maiores \u00edndices das duas doen\u00e7as. Em 2025, Jate\u00ed lidera a incid\u00eancia tanto de dengue (6.971,6 por 100 mil habitantes) quanto de Chikungunya (6.943,7). Selv\u00edria, Sonora e Gl\u00f3ria de Dourados tamb\u00e9m figuram entre os locais com maior n\u00famero de casos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMesmo com a redu\u00e7\u00e3o expressiva da dengue, o aumento da Chikungunya nos mostra que o vetor continua presente. \u00c9 fundamental manter as a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o \u2014 como eliminar recipientes que acumulam \u00e1gua, tampar caixas d\u2019\u00e1gua e usar repelente \u2014 para evitar novas infec\u00e7\u00f5es. S\u00e3o cuidados simples que protegem contra as duas doen\u00e7as\u201d, orienta a enfermeira da ger\u00eancia de Doen\u00e7as End\u00eamicas da SES, Bianca Modafari.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/guerra-ao-mosquito-defesa-civil-de-ms-vai-atuar-para-combater-focos-de-dengue-na-divisa-com-pr-e-sp\/combate-a-dengue_terreno_divulgacao-gov-07-fev-2024\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/combate-a-dengue_terreno_divulgacao-gov-07-fev-2024-scaled.jpeg\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Principais diferen\u00e7as entre Chikungunya e Dengue<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A SES alerta que, ao apresentar sintomas como febre alta, dor no corpo, manchas vermelhas na pele ou dor nas articula\u00e7\u00f5es, a popula\u00e7\u00e3o deve procurar uma unidade de sa\u00fade para diagn\u00f3stico e tratamento adequado. O monitoramento cont\u00ednuo e a conscientiza\u00e7\u00e3o coletiva seguem sendo as principais armas contra o avan\u00e7o das arboviroses no estado.<\/p>\n\n\n\n<p>&#x2705; Febre alta: presente em ambas, mas na Chikungunya surge de forma s\u00fabita.<br>&#x2705; Dor nas articula\u00e7\u00f5es: intensa na Chikungunya, podendo persistir por meses. Na dengue, a dor \u00e9 mais muscular.<br>&#x2705; Manchas vermelhas: aparecem nos dois casos, mas na dengue podem vir acompanhadas de sangramentos.<br>&#x2705; Complica\u00e7\u00f5es: dengue pode evoluir para formas hemorr\u00e1gicas; j\u00e1 a Chikungunya raramente causa casos graves, mas pode deixar sequelas evoluindo para forma cr\u00f4nica, embora possa evoluir ao \u00f3bito em casos de uso de medica\u00e7\u00f5es anti-inflamat\u00f3rios na fase aguda (at\u00e9 14 dias de in\u00edcio de sintomas).<\/p>\n\n\n\n<p><em>*Com informa\u00e7\u00f5es adicionais da Reda\u00e7\u00e3o sobre os munic\u00edpios pantaneiros<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mato Grosso do Sul apresenta uma queda significativa nos casos de dengue em 2025, mas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":11757543,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8,21],"tags":[],"class_list":["post-11765870","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11765870","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11765870"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11765870\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11765883,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11765870\/revisions\/11765883"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11757543"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11765870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11765870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11765870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}