{"id":11775473,"date":"2025-11-01T09:03:00","date_gmt":"2025-11-01T13:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=11775473"},"modified":"2025-11-01T08:55:38","modified_gmt":"2025-11-01T12:55:38","slug":"corumba-recebe-neste-sabado-o-concerto-que-lanca-a-orquestra-sinfonica-da-fronteira-sul-americana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/corumba-recebe-neste-sabado-o-concerto-que-lanca-a-orquestra-sinfonica-da-fronteira-sul-americana\/","title":{"rendered":"Corumb\u00e1 recebe neste s\u00e1bado o concerto que lan\u00e7a a Orquestra Sinf\u00f4nica da Fronteira Sul-Americana"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">Uma nova era da m\u00fasica erudita nasce \u00e0s margens do Pantanal. Neste 1\u00ba de novembro, \u00e0s 20h30, o Santu\u00e1rio de Nossa Senhora Auxiliadora, em Corumb\u00e1, ser\u00e1 o palco da estreia da Orquestra Sinf\u00f4nica da Fronteira Sul-Americana (OSF), um marco hist\u00f3rico para o Mato Grosso do Sul e para a integra\u00e7\u00e3o cultural entre Brasil e Bol\u00edvia. Com o concerto &#8220;Sinfonia da Integra\u00e7\u00e3o&#8221;, a noite promete emo\u00e7\u00e3o, excel\u00eancia art\u00edstica e uni\u00e3o entre povos irm\u00e3os, celebrando o poder transformador da arte.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Na estreia, a Orquestra Sinf\u00f4nica da Fronteira apresentar\u00e1 dois cl\u00e1ssicos do repert\u00f3rio mundial: a Sinfonia n\u00ba 1 de Beethoven e a Carmen Su\u00edte, de Georges Bizet, obras ic\u00f4nicas que simbolizam a universalidade da m\u00fasica e o di\u00e1logo entre culturas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Pela primeira vez na hist\u00f3ria do estado, uma orquestra sinf\u00f4nica formada por m\u00fasicos sul-mato-grossenses e bolivianos executar\u00e1 uma sinfonia completa de Beethoven em sua forma\u00e7\u00e3o original.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;Ser\u00e1 um concerto inesquec\u00edvel. \u00c9 a realiza\u00e7\u00e3o de um sonho coletivo, o primeiro passo de uma orquestra que veio para ficar e representar a nossa fronteira em grandes palcos&#8221;, completa o maestro Jos\u00e9 Maikson.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">Um sonho que virou sinfonia<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">A OSF nasce do trabalho da Orquestra de C\u00e2mara do Pantanal, projeto do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano. E agora, o sonho se expande: m\u00fasicos brasileiros e bolivianos unem-se em uma forma\u00e7\u00e3o sinf\u00f4nica in\u00e9dita, que traduz em som e sentimento a for\u00e7a da diversidade da fronteira.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;Nosso trabalho no Moinho Cultural sempre foi o de conectar culturas e transformar vidas pela arte. A OSF \u00e9 a concretiza\u00e7\u00e3o desse ideal, uma orquestra que nasce da fronteira, que acredita na for\u00e7a das diferen\u00e7as e carrega o prop\u00f3sito de levar o nome desse territ\u00f3rio para o mundo&#8221;, destaca M\u00e1rcia Rolon, diretora art\u00edstica do Moinho Cultural.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas a OSF tamb\u00e9m carrega um sentido profundo de resist\u00eancia e transforma\u00e7\u00e3o social. Criada em uma regi\u00e3o marcada por desafios como o tr\u00e1fico, a explora\u00e7\u00e3o e a vulnerabilidade de crian\u00e7as e mulheres, a orquestra surge como voz de esperan\u00e7a.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;A mensagem que queremos passar com essa orquestra \u00e9 que \u00e9 poss\u00edvel fazer arte em uma regi\u00e3o dif\u00edcil, mostrar que daqui tamb\u00e9m nascem coisas grandiosas e positivas. A m\u00fasica \u00e9 a nossa resposta diante da viol\u00eancia. \u00c9 o nosso instrumento de transforma\u00e7\u00e3o&#8221;, refor\u00e7a o coordenador de m\u00fasica do Moinho Cultural, Vin\u00edcius Klaus.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A ideia da Orquestra Sinf\u00f4nica da Fronteira come\u00e7ou a ser desenhada h\u00e1 cerca de tr\u00eas anos, em conversas entre o maestro Jos\u00e9 Maikson (Brasil) e o professor Diego Vaca (Bol\u00edvia). O desejo comum de reunir m\u00fasicos profissionais dos dois pa\u00edses amadureceu at\u00e9 se tornar realidade em 2025, com o apoio da Pol\u00edtica Nacional Aldir Blanc de Fomento \u00e0 Cultura (PNAB) e o incentivo do Moinho Cultural.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">&#8220;Sempre sonhamos em ter uma orquestra sinf\u00f4nica aqui, na fronteira. Algo grandioso, que mostrasse que Corumb\u00e1 e Mato Grosso do Sul t\u00eam m\u00fasicos capazes de tocar obras que s\u00e3o interpretadas nas maiores salas de concerto do mundo. A OSF nasce para mostrar isso: que a arte da fronteira tem for\u00e7a, talento e excel\u00eancia&#8221;, explica o maestro Jos\u00e9 Maikson.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A OSF \u00e9 formada por m\u00fasicos profissionais da Orquestra de C\u00e2mara do Pantanal e convidados do Brasil e da Bol\u00edvia. Mais do que um espet\u00e1culo, o projeto representa a concretiza\u00e7\u00e3o de um ideal de integra\u00e7\u00e3o, gera\u00e7\u00e3o de oportunidades e forma\u00e7\u00e3o continuada de jovens artistas da regi\u00e3o fronteiri\u00e7a. &#8220;A m\u00fasica \u00e9 nossa linguagem comum. Quando brasileiros e bolivianos tocam juntos, n\u00e3o h\u00e1 fronteira poss\u00edvel. H\u00e1 apenas harmonia&#8221;, resume o maestro Jos\u00e9 Maikson.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entre os m\u00fasicos brasileiros, a orquestra conta com a reg\u00eancia do maestro Jos\u00e9 Maikson Amorim e o spalla Jos\u00e9 Ant\u00f4nio M\u00e9ndez Barba, boliviano pertencente \u00e0 OCAMP. No naipe de cordas est\u00e3o Maria Fernanda Castilho Acosta, Marco Ant\u00f4nio de Souza, Analice Martins, Gabriela Padilla (boliviana da OCAMP), Ka\u00edza Alves, Karoline Jarcem e Diego Cu\u00e9llar (boliviano da OCAMP) nos violinos e violas; Emanuel Teixeira na viola; Val\u00e9rio Reis, Daniel Castilho Acosta e Carlos Eduardo Oliveira nos violoncelos; e Yan Alves e Pedro Castedo nos contrabaixos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os sopros e metais s\u00e3o representados por Jorge Gil (obo\u00e9), Anny Kellen (flauta transversal), Felipe Arruda (clarinete), Brunna Arruda (fagote), Lucas Ortiz (trompete), Raphael Concei\u00e7\u00e3o (trompa), Elverson Monteiro, Kaio Lucas dos Santos e Yago Douglas (trombones). A percuss\u00e3o est\u00e1 a cargo de Leandro Henrique, Jo\u00e3o Emanoel, Paulo Henrique Nascimento e Cl\u00f3vis Neto, e o piano \u00e9 executado por Vin\u00edcius Klaus.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Do lado boliviano, integram a forma\u00e7\u00e3o Nicol\u00e1s Ardaya (obo\u00e9), Juan Portal (fagote), Jairo Justiniano (trompa), Mar\u00eda Ren\u00e9 \u00c1rias (flauta), al\u00e9m dos violinistas Ariel Su\u00e1rez, Rebeca Villarroe, Jorge Montero, Evelin Sarabia, Jarol Alexis Su\u00e1rez, Dalay Fern\u00e1ndez e Carolina Mano Cu\u00e9llar. Completam o grupo os violistas Eimar Machado e Giuliana Frey, e os violoncelistas Franklin Coronel e Nicol Quispe.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">Assinatura de parceria com Escola de Santiago de Chiquitos<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Durante o concerto de estreia, tamb\u00e9m ser\u00e1 realizada a assinatura de parceria entre o Instituto Moinho Cultural Sul-Americano e a Escola de Santiago de Chiquitos (Bol\u00edvia). O acordo marca o in\u00edcio da expans\u00e3o do Sistema de M\u00fasica do Moinho Cultural, metodologia desenvolvida pela institui\u00e7\u00e3o para forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica e transforma\u00e7\u00e3o social, que agora ultrapassa as fronteiras do Brasil.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A parceria permitir\u00e1 que a escola boliviana adote o Sistema Moinho Cultural, que integra m\u00fasica, dan\u00e7a, literatura e tecnologia em uma proposta de educa\u00e7\u00e3o integral. Cada n\u00facleo poder\u00e1 implementar o modelo completo ou adapt\u00e1-lo de acordo com o perfil e as necessidades locais.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A gestora da Orquestra de Chiquitos, Khatryn Whittaker, estar\u00e1 presente na cerim\u00f4nia, simbolizando esse novo passo de integra\u00e7\u00e3o cultural e coopera\u00e7\u00e3o entre os dois pa\u00edses.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Servi\u00e7o:<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Concerto Sinfonia da Integra\u00e7\u00e3o | Brasil e Bol\u00edvia<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Data: 1\u00ba de novembro<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Hor\u00e1rio: 20h30<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Local: Santu\u00e1rio de Nossa Senhora Auxiliadora \u2013 Rua Dom Aquino, 1037, Centro \u2013 Corumb\u00e1 (em frente ao Jardim da Independ\u00eancia)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entrada gratuita<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova era da m\u00fasica erudita nasce \u00e0s margens do Pantanal. 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