{"id":12827,"date":"2018-01-11T11:22:40","date_gmt":"2018-01-11T14:22:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=12827"},"modified":"2018-01-11T11:22:40","modified_gmt":"2018-01-11T14:22:40","slug":"producao-industrial-cresce-02-em-8-dos-14-locais-pesquisados-pelo-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/producao-industrial-cresce-02-em-8-dos-14-locais-pesquisados-pelo-ibge\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial cresce 0,2% em 8 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE"},"content":{"rendered":"<p>O crescimento de 0,2% da produ\u00e7\u00e3o industrial de outubro para novembro reflete resultados positivos em oito dos 14 locais pesquisados, na s\u00e9rie com ajuste sazonal. Os n\u00fameros da produ\u00e7\u00e3o industrial de novembro foram divulgados hoje (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Eles indicam que os avan\u00e7os mais acentuados ocorreram no Esp\u00edrito Santo, com expans\u00e3o de 5,8%, resultado 5,6% maior que a m\u00e9dia nacional. Esta \u00e9 a segunda expans\u00e3o consecutiva no estado e com ela o acumulado nesse dois meses teve um ganho de 7%.<\/p>\n<p>O segundo maior resultado positivo deu-se na Bahia, que cresceu 3,5%, eliminando parte da perda de 8% acumulada em setembro e outubro; seguido de Pernambuco (2,6%), ap\u00f3s dois meses de queda; e Minas Gerais que, com alta de 2,4%, recuperou parte da redu\u00e7\u00e3o de 3,4% acumulada entre julho e outubro de 2017.<\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul, com alta de 1,4%, Par\u00e1 (1,1%), S\u00e3o Paulo (0,7%) e Regi\u00e3o Nordeste (0,2%) completaram o conjunto de locais com \u00edndices positivos em novembro, sendo que os tr\u00eas primeiros fecharam com resultados maiores que a m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p>J\u00e1 entre as seis regi\u00f5es com queda na produ\u00e7\u00e3o, os resultados negativos mais intensos em novembro foram anotados no Amazonas (recuo de 3,7%) e Rio de Janeiro, que, ao cair 2,9%, eliminou parte da expans\u00e3o de 13,3% acumulada entre agosto e outubro.<\/p>\n<p>O Cear\u00e1 fechou com redu\u00e7\u00e3o de 2,3%. As demais taxas negativas foram no Paran\u00e1 (-0,9%), Goi\u00e1s (-0,6%) e Santa Catarina (-0,1%).<\/p>\n<p><strong>Crescimento acumulado at\u00e9 novembro<\/strong><\/p>\n<p>Quando analisado o crescimento da ind\u00fastria no resultado acumulado de 2017, frente ao per\u00edodo janeiro\/ novembro de 2016, o crescimento de 2,3%, verificado na m\u00e9dia da ind\u00fastria a n\u00edvel nacional, reflete avan\u00e7o nos parques fabris de 12 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE.<\/p>\n<p>O destaque \u00e9 a expans\u00e3o de 10,5% no Par\u00e1, impulsionada pela extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro. Tamb\u00e9m houve avan\u00e7os acima da m\u00e9dia nacional no Paran\u00e1 (4,8%), Goi\u00e1s (4,6%), Mato Grosso (4,5%), Santa Catarina (4,5%), Rio de Janeiro (3,9%), Amazonas (3,2%), S\u00e3o Paulo (3%) e Cear\u00e1 (2,4%).<\/p>\n<p>Completam o conjunto de locais com resultados positivos nos onze meses do ano, o Esp\u00edrito Santo (2,3%), Minas Gerais (1,8%) e Rio Grande do Sul (0,5%).<\/p>\n<p>Nesses locais, segundo o IBGE, o maior dinamismo foi particularmente influenciado pela expans\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de bens de capital (em especial os voltados para o setor de transportes, constru\u00e7\u00e3o e agr\u00edcola); de bens intermedi\u00e1rios (min\u00e9rios de ferro, petr\u00f3leo, celulose, siderurgia e derivados da extra\u00e7\u00e3o da soja); de bens de consumo dur\u00e1veis (autom\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha marrom\u201d); e de bens de consumo semi e n\u00e3o dur\u00e1veis (cal\u00e7ados, produtos t\u00eaxteis e vestu\u00e1rio).<\/p>\n<p>A Bahia, com queda de 2,7%, teve o recuo mais intenso no \u00edndice acumulado no ano, pressionada pela queda nos setores de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis. A Regi\u00e3o Nordeste (-0,5%) e Pernambuco (-0,5%) tamb\u00e9m acusaram taxas negativas.<\/p>\n<p><strong>Min\u00e9rio de ferro impulsiona ind\u00fastria no Par\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>O crescimento de 10,5% nos onze meses de 2017 no Par\u00e1 foi puxado pela expans\u00e3o da extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro, que respondeu pela eleva\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o industrial no estado tamb\u00e9m na compara\u00e7\u00e3o com novembro do ano passado, que chegou a 10,7%.<\/p>\n<p>Ao comentar os n\u00fameros da expans\u00e3o industrial no Par\u00e1, o gerente da pesquisa, Andr\u00e9 Macedo, disse que \u201cos resultados da atividade industrial, em qualquer compara\u00e7\u00e3o, s\u00e3o amplamente positivos, s\u00f3 ficando atr\u00e1s de Goi\u00e1s, na compara\u00e7\u00e3o com novembro de 2016, onde o estado cresceu 17%\u201d.<\/p>\n<p>O pesquisador explicou que a extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro (bruto ou beneficiado) tem grande import\u00e2ncia na estrutura industrial do Par\u00e1, onde \u201ca atividade responde por 77% do total da ind\u00fastria local e vem sendo impulsionada pelo aumento das exporta\u00e7\u00f5es\u201d, finalizou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O crescimento de 0,2% da produ\u00e7\u00e3o industrial de outubro para novembro reflete resultados positivos em oito dos 14 locais pesquisados, na s\u00e9rie com ajuste sazonal. 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