{"id":26118,"date":"2018-12-18T12:35:40","date_gmt":"2018-12-18T15:35:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=26118"},"modified":"2018-12-18T13:06:27","modified_gmt":"2018-12-18T16:06:27","slug":"producao-industrial-de-ms-segue-em-elevacao-no-mes-de-novembro-aponta-radar-da-fiems","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/producao-industrial-de-ms-segue-em-elevacao-no-mes-de-novembro-aponta-radar-da-fiems\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial de MS segue em eleva\u00e7\u00e3o no m\u00eas de novembro, aponta Radar da Fiems"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNormal\">A produ\u00e7\u00e3o industrial sul-mato-grossense segue em eleva\u00e7\u00e3o no m\u00eas de novembro, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 73 empresas no per\u00edodo de 3 a 12 de dezembro de 2018. Pelo levantamento, em novembro, 85% das empresas industriais de Mato Grosso do Sul tiveram estabilidade ou crescimento da produ\u00e7\u00e3o, sendo 56,2% com produ\u00e7\u00e3o est\u00e1vel e 28,8% com crescimento.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, explica que, no m\u00eas de outubro, esse resultado ficou em 86,4% e com uma participa\u00e7\u00e3o maior das empresas com produ\u00e7\u00e3o crescente (32,1%). \u201cMesmo com a ligeira redu\u00e7\u00e3o apresentada no ritmo de crescimento, o \u00edndice de evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o marcou 55 pontos. Acima, portanto, da linha divis\u00f3ria dos 50 pontos, indicando que houve crescimento da produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior\u201d, detalhou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ainda de acordo com ele, em novembro, a ociosidade m\u00e9dia na ind\u00fastria sul-mato-grossense foi de 31%, enquanto em outubro era de 30%. \u201cSomado a isso, o \u00edndice de utiliza\u00e7\u00e3o fechou o m\u00eas em 46,8 pontos, sendo que resultados abaixo dos 50 pontos sinalizam que a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada foi inferior ao que era esperado para o per\u00edodo. Por fim, a sondagem mostrou que, em novembro, a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada ficou abaixo do usual para 28,8% dos respondentes, igual ao usual para 54,8% e acima para 13,7%\u201d, relatou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Expectativa<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Com rela\u00e7\u00e3o ao \u00edndice de expectativa do empres\u00e1rio industrial, Ezequiel Resende detalha que, em dezembro, 45,2% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto para o mesmo per\u00edodo 11% preveem queda. \u201cJ\u00e1 as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 42,5% do total, enquanto 1,4% n\u00e3o apresentaram resposta\u201d, informou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 sobre o n\u00famero de empregados 13,7% das empresas responderam que esperam aumento nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 11% apontaram que esse n\u00famero deve cair. \u201cAl\u00e9m disso, 72,6% das empresas esperam manter o quadro de funcion\u00e1rios est\u00e1vel e, por fim, 2,7% n\u00e3o apresentaram resposta\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O economista refor\u00e7a que as exporta\u00e7\u00f5es devem ter alta para 5,5% das empresas respondentes nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 4,1% acreditam que deva ocorrer queda. \u201cAs empresas que preveem estabilidade para suas exporta\u00e7\u00f5es responderam por 19,2% do total e 69,9% disseram que n\u00e3o exportam, enquanto 1,4% n\u00e3o apresentaram resposta\u201d, detalhou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Sobre a inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial, em dezembro o \u00edndice alcan\u00e7ou 53,8 pontos, indicando aumento de 1 ponto sobre o m\u00eas anterior. \u201cEssa melhora foi garantida, principalmente, pela eleva\u00e7\u00e3o de 5,9 pontos no total de empresas que provavelmente v\u00e3o investir nos pr\u00f3ximos seis meses. Por fim, o \u00edndice varia de 0 a 100 pontos, quanto maior o \u00edndice, maior \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o de investir\u201d, explicou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>ICEI<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Em dezembro, o \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI\/MS) alcan\u00e7ou 67,6 pontos, o maior valor desde fevereiro de 2011, quando registrou 70,6 pontos. O ICEI encontra-se 8,1 pontos acima do registrado em dezembro do ano passado e 12,8 pontos acima de sua m\u00e9dia hist\u00f3rica. \u201cO aumento da confian\u00e7a decorre, principalmente, pela melhora na avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais\u201d, explicou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Al\u00e9m disso, 9,6% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora tamb\u00e9m foi apontada por 9,6% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais est\u00e3o piores para 5,5% dos empres\u00e1rios. \u201cAl\u00e9m disso, para 46,6% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 45,2% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 52,1%\u201d, detalhou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Por fim, completa o economista, para 38,4% dos empres\u00e1rios as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram, enquanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual esse percentual chegou a 39,8% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado foi de 37%. \u201cJ\u00e1 os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 5,5%\u201d, analisou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Expectativas para os pr\u00f3ximos seis meses<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ezequiel Resende relata que 1,4% dos respondentes disseram que est\u00e3o pessimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, enquanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual o resultado alcan\u00e7ou 2,8% e, quanto ao desempenho da pr\u00f3pria empresa, o pessimismo foi apontado por 2,7% dos empres\u00e1rios. \u201cOs que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situa\u00e7\u00e3o ficou em 15,1%, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia do estado esse percentual alcan\u00e7ou 17,8% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 12,3%\u201d, apontou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Para finalizar, 78,1% dos empres\u00e1rios se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar, enquanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, esse percentual chegou a 72,6% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, 78,1% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. \u201cOs que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam por 5,5%, 6,8% e 6,8%, respectivamente\u201d, concluiu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial sul-mato-grossense segue em eleva\u00e7\u00e3o no m\u00eas de novembro, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 73 empresas no per\u00edodo de 3 a 12 de dezembro de 2018. 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