{"id":26635,"date":"2019-01-07T15:42:51","date_gmt":"2019-01-07T18:42:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=26635"},"modified":"2019-01-07T14:49:03","modified_gmt":"2019-01-07T17:49:03","slug":"pesquisa-liderada-por-brasileiros-aponta-que-hormonio-pode-reverter-perda-de-memoria-causada-pelo-alzheimer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/pesquisa-liderada-por-brasileiros-aponta-que-hormonio-pode-reverter-perda-de-memoria-causada-pelo-alzheimer\/","title":{"rendered":"Pesquisa liderada por brasileiros aponta que horm\u00f4nio pode reverter perda de mem\u00f3ria causada pelo Alzheimer"},"content":{"rendered":"\n<p>\n Os testes foram feitos em camundongos com a doen\u00e7a \u2014 que produziam o \nhorm\u00f4nio ao fazer exerc\u00edcios ou recebiam doses dele. Os autores explicam\n que tr\u00eas novidades foram descobertas: <\/p>\n\n\n\n<p>\n Cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conseguiram\n estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o entre os n\u00edveis de irisina \u2014 um horm\u00f4nio \nproduzido pelo corpo durante exerc\u00edcios f\u00edsicos \u2014 e um poss\u00edvel \ntratamento para a perda de mem\u00f3ria causada pela <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/bemestar\/noticia\/alzheimer-quais-os-sinais-e-como-evitar-o-avanco-da-doenca.ghtml\">doen\u00e7a de Alzheimer. <\/a>O\n estudo, feito em parceria com outras universidades e institutos, foi \npublicado nesta segunda (7) na revista &#8220;Nature Medicine&#8221;. <\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Existem <strong>baixos n\u00edveis de irisina no c\u00e9rebro de pacientes afetados pelo Alzheimer. <\/strong>Essa mesma defici\u00eancia foi vista nos camundongos que foram usados como modelo no estudo.<\/li><li>A <strong>reposi\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de irisina no c\u00e9rebro, <\/strong>inclusive por meio de exerc\u00edcios f\u00edsicos, <strong>foi capaz de reverter a perda de mem\u00f3ria<\/strong> dos camundongos afetados pelo Alzheimer.<\/li><li>A irisina <strong>\u00e9 o que regula os efeitos positivos do exerc\u00edcio f\u00edsico<\/strong> na mem\u00f3ria dos camundongos.<\/li><\/ol>\n\n\n<p>&#8220;A grande contribui\u00e7\u00e3o do nosso estudo foi mostrar que os n\u00edveis desse horm\u00f4nio est\u00e3o de fato diminu\u00eddos nos c\u00e9rebros dos pacientes com Alzheimer. Em segundo lugar, foi tentar investigar se repor os n\u00edveis desse horm\u00f4nio no c\u00e9rebro dos camundongos seria bom para a mem\u00f3ria. E n\u00f3s vimos que, de fato, se voc\u00ea aumentar os n\u00edveis de irisina, melhora a mem\u00f3ria. E, finalmente, foi demonstrar que a irisina \u00e9, justamente, o intermedi\u00e1rio entre o efeito ben\u00e9fico do exerc\u00edcio e a melhora de mem\u00f3ria&#8221;, explica o professor da UFRJ Sergio Ferreira, um dos autores do estudo.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"30\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Algumas outras fun\u00e7\u00f5es da irisina em v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os do corpo j\u00e1 eram conhecidas, como a de regular o metabolismo do tecido adiposo e at\u00e9 de processos que acontecem nos ossos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\" data-block-id=\"7\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Para os autores Mychael Louren\u00e7o e Fernanda De Felice, ambos da UFRJ, as descobertas refor\u00e7am a import\u00e2ncia dos exerc\u00edcios f\u00edsicos no combate \u00e0 doen\u00e7a. Al\u00e9m disso, lembram, o fato de a irisina ser produzida pelo pr\u00f3prio organismo diminui as chances de efeitos colaterais, o que d\u00e1 esperan\u00e7a para novos tratamentos.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"10\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;\u00c9 diferente de uma droga desenvolvida em laborat\u00f3rio, por exemplo, porque se sabe menos ainda sobre o que pode causar de efeito colateral. Infelizmente n\u00e3o h\u00e1 um tratamento para Alzheimer que funcione, ent\u00e3o a busca \u00e9 muito importante&#8221;, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"26\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Para De Felice, a novidade foi perceber os efeitos ben\u00e9ficos no c\u00e9rebro tanto da irisina que foi aplicada nos camundongos como daquela produzida com exerc\u00edcios f\u00edsicos.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"46\" data-block-id=\"12\">&#8220;Nossas descobertas refor\u00e7am a import\u00e2ncia da atividade f\u00edsica para prevenir a perda de mem\u00f3ria e doen\u00e7as do c\u00e9rebro, inclusive a doen\u00e7a de Alzheimer, j\u00e1 que mostramos que a administra\u00e7\u00e3o de irisina consegue mimetizar, ao menos em modelos animais, os efeitos do exerc\u00edcio f\u00edsico no c\u00e9rebro&#8221;, avalia.<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"27\" data-block-id=\"13\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O Alzheimer \u00e9 uma doen\u00e7a neurodegenerativa causada pela morte progressiva de c\u00e9lulas do c\u00e9rebro, prejudicando fun\u00e7\u00f5es como mem\u00f3ria, aten\u00e7\u00e3o, orienta\u00e7\u00e3o e linguagem. A doen\u00e7a n\u00e3o tem cura.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"1\" data-block-id=\"14\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Descoberta<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"43\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os cientistas levantaram a hip\u00f3tese de que a irisina poderia ser importante para a doen\u00e7a de Alzheimer h\u00e1 sete anos, quando o horm\u00f4nio foi descoberto por um pesquisador de Harvard. Ficou constatado que ele melhorava os sintomas de diabetes tipo 2 em camundongos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"61\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;N\u00f3s sab\u00edamos que quem tem diabetes tipo 2 tem mais chances de desenvolver Alzheimer, e isso ficou muito tempo sem muita explica\u00e7\u00e3o&#8221;, esclarece Mychael Louren\u00e7o. &#8220;Estudos de v\u00e1rios laborat\u00f3rios mostraram que, ao que parece, os mecanismos que atuam no corpo para gerar a diabetes tipo 2 s\u00e3o muito parecidos com os que atuam no c\u00e9rebro para causar Alzheimer&#8221;, explica o pesquisador.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\" data-block-id=\"18\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Da\u00ed surgiu, ent\u00e3o, a possibilidade de que o horm\u00f4nio pudesse ter algum efeito protetor sobre o c\u00e9rebro. &#8220;Felizmente, conseguimos achar essa rela\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Louren\u00e7o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"46\" data-block-id=\"19\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ao todo, o estudo foi feito por 25 cientistas de diversos pa\u00edses, com participa\u00e7\u00e3o das universidades de Columbia e do Kentucky, nos EUA, da Queen&#8217;s University e da Universidade do Oeste de Ont\u00e1rio, no Canad\u00e1, e ainda da Fiocruz e do Instituto D&#8217;Or, ambos no Rio.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"2\" data-block-id=\"20\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Pr\u00f3ximas etapas<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"19\" data-block-id=\"21\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Apesar de promissores, os resultados ainda precisam de mais estudos antes que um tratamento para pacientes possa ser implementado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"61\" data-block-id=\"22\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;\u00c9 claro que \u00e9 preciso sempre ter em mente que nosso estudo foi feito em camundongos \u2014 e nem sempre o que acontece em camundongos acontece da mesma forma em seres humanos&#8221;, lembra Sergio Ferreira. Para ele, no entanto, a etapa cl\u00ednica \u2014 em que os estudos s\u00e3o feitos com seres humanos \u2014 pode ter dificuldades de ser feita no Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\" data-block-id=\"23\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;N\u00e3o sei se ter\u00edamos condi\u00e7\u00f5es de fazer isso aqui. Se tiv\u00e9ssemos recursos financeiros e de infraestrutura para isso, com certeza seria de todo interesse nosso. Caso contr\u00e1rio, \u00e9 poss\u00edvel \u2014 acho que \u00e9 muito prov\u00e1vel, na verdade \u2014 que isso seja feito em outros pa\u00edses&#8221;, avalia. Mesmo assim, Ferreira, calcuila que o planejamento de testes em humanos n\u00e3o leve menos do que tr\u00eas ou quatro anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\" data-block-id=\"24\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Hoje, cerca de um milh\u00e3o de pessoas no Brasil sofrem com a doen\u00e7a, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. No mundo, s\u00e3o 35 milh\u00f5es afetadas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"25\" data-block-id=\"25\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ferreira acredita que a pesquisa representa o resultado do esfor\u00e7o da equipe \u2014 que, mesmo com problemas de financiamento, diz, consegue produzir ci\u00eancia de qualidade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"83\" data-block-id=\"26\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;A gente n\u00e3o fica a dever nada aos melhores pesquisadores no mundo. O problema que n\u00f3s temos aqui \u00e9 a falta de apoio \u00e0 atividade de pesquisa. Os recursos que s\u00e3o oferecidos para financiar as pesquisas nas nossas universidades s\u00e3o muito, muito, muito abaixo \u2014 ordens de grandeza abaixo \u2014 do que os nossos colegas em pa\u00edses desenvolvidos recebem. Al\u00e9m disso, demora meses para conseguir comprar um material que frequentemente sai muitas vezes acima do valor que a gente pagaria l\u00e1 fora&#8221;, afirma.<\/p>\n<h2>Os testes<\/h2>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"11\" data-block-id=\"30\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Para testar a mem\u00f3ria dos camundongos, os cientistas realizaram tr\u00eas testes.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"46\" data-block-id=\"31\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O primeiro era o de reconhecimento de objetos. Os camundongos eram colocados em uma caixa onde eram expostos a dois objetos diferentes, que podiam explorar livremente. Em seguida, os cientistas retiravam os camundongos e trocavam um dos objetos. Depois, colocavam os camundongos de volta na caixa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"51\" data-block-id=\"32\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O esperado, explica Mychael Louren\u00e7o, era que eles explorassem o objeto novo. Isso, de fato, acontecia com os camundongos normais. Aqueles que tinham sido geneticamente modificados para ter Alzheimer, no entanto, passavam o mesmo tempo explorando o objeto antigo e o novo, pois n\u00e3o conseguiam se lembrar que j\u00e1 o conheciam.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"33\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os cientistas, ent\u00e3o, mediram a perda de mem\u00f3ria dos camundongos de acordo com o tempo que eles passavam explorando o objeto antigo. Quando os animais receberam a irisina, eles recuperavam a capacidade de lembrar como os camundongos normais.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"83\" data-block-id=\"34\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No segundo teste, os animais eram colocados em um labirinto aqu\u00e1tico. L\u00e1, tinham que achar uma plataforma onde conseguiriam ficar em p\u00e9 e n\u00e3o precisariam nadar, economizando energia. Essa plataforma ficava escondida e o caminho at\u00e9 ela era feito com pistas visuais. Os camundongos normais, sem Alzheimer, conseguiam lembrar do caminho. J\u00e1 os que tinham a doen\u00e7a demoravam mais tempo a achar a plataforma \u2014 ou nem sequer a achavam. Quando tinham a irisina aplicada (ou a produziam com exerc\u00edcios), conseguiam ach\u00e1-la normalmente.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"62\" data-block-id=\"36\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O terceiro teste foi de condicionamento ao medo. Os camundongos foram colocados dentro de uma caixa onde levavam pequenos choques por um tempo, para depois serem retirados. Depois de 24 horas, eram novamente colocados na caixa. Os que lembravam dos choques tendiam a ficar \u201ccongelados\u201d, com medo. J\u00e1 os que tinham Alzheimer, n\u00e3o. Depois da irisina, esses tamb\u00e9m conseguiram reter a mem\u00f3ria.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"51\" data-block-id=\"37\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">De acordo com Louren\u00e7o, o efeito do horm\u00f4nio n\u00e3o foi testado a longo prazo, mas a efic\u00e1cia se manteve enquanto os experimentos duraram. Ele acredita que um futuro tratamento com a subst\u00e2ncia n\u00e3o ser\u00e1 de uma dose \u00fanica, mas que, com uma reposi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, seria poss\u00edvel manter os n\u00edveis do horm\u00f4nio.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os testes foram feitos em camundongos com a doen\u00e7a \u2014 que produziam o horm\u00f4nio ao&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21,22],"tags":[],"class_list":["post-26635","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-saude","category-tecnologia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26635","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26635"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26635\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26636,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26635\/revisions\/26636"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26635"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26635"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26635"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}