{"id":28751,"date":"2019-02-25T09:18:49","date_gmt":"2019-02-25T13:18:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=28751"},"modified":"2019-02-25T09:50:26","modified_gmt":"2019-02-25T13:50:26","slug":"producao-industrial-de-mato-grosso-do-sul-inicia-2019-estavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/producao-industrial-de-mato-grosso-do-sul-inicia-2019-estavel\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial de Mato Grosso do Sul inicia 2019 est\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNormal\">A produ\u00e7\u00e3o industrial sul-mato-grossense ficou praticamente est\u00e1vel em janeiro de 2019, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 70 empresas no per\u00edodo de 1\u00ba a 13 de fevereiro de 2019. Pelo levantamento, em dezembro, 62,8% das empresas industriais de Mato Grosso do Sul tiveram estabilidade ou crescimento da produ\u00e7\u00e3o, enquanto no m\u00eas anterior esse resultado foi de 62,5%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u201cEsse desempenho j\u00e1 era esperado, pois o m\u00eas tradicionalmente n\u00e3o registra aumentos no ritmo de produ\u00e7\u00e3o. Ainda assim, o \u00edndice de evolu\u00e7\u00e3o fechou o m\u00eas acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica observada para o per\u00edodo em 2,6 pontos\u201d, comentou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ainda de acordo com ele, em janeiro, a ociosidade m\u00e9dia na ind\u00fastria sul-mato-grossense ficou em 33%. \u201cSomado a isso, o \u00edndice de utiliza\u00e7\u00e3o fechou o m\u00eas em 43,4 pontos. Resultados abaixo dos 50 pontos sinalizam que a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada foi inferior ao que era esperado para o per\u00edodo. Por fim, a sondagem mostrou que, em janeiro, a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada ficou abaixo do usual para 34,3% dos respondentes, igual ao usual para 52,9% e acima para 10%\u201d, relatou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Expectativa<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Com rela\u00e7\u00e3o ao \u00edndice de expectativa do empres\u00e1rio industrial, Ezequiel Resende detalha que, em fevereiro, 52,9% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto para o mesmo per\u00edodo 5,7% preveem queda. \u201cJ\u00e1 as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 41,4% do total, enquanto 3,1% n\u00e3o apresentaram resposta\u201d, informou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 sobre o n\u00famero de empregados 18,6% das empresas responderam que esperam aumento nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 7,1% apontaram que esse n\u00famero deve cair. \u201cAl\u00e9m disso, 74,3% das empresas esperam manter o quadro de funcion\u00e1rios est\u00e1vel\u201d, ressaltou o economista.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ezequiel Resende refor\u00e7a que as exporta\u00e7\u00f5es devem ter alta para 11,4% das empresas respondentes nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 2,9% acreditam que deva ocorrer queda. \u201cAs empresas que preveem estabilidade para suas exporta\u00e7\u00f5es responderam por 11,4% do total e 74,3% disseram que n\u00e3o exportam\u201d, detalhou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Sobre a inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial, em fevereiro o \u00edndice alcan\u00e7ou 62,3 pontos. \u201cEsse \u00e9 o melhor resultado desde junho de 2014, quando o indicador alcan\u00e7ou 64,8 pontos. O bom desempenho observado neste in\u00edcio de ano \u00e9 resultado da eleva\u00e7\u00e3o do n\u00famero de empresas que disseram que devem investir nos pr\u00f3ximos seis meses\u201d, explicou o coordenador.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>ICEI<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Em fevereiro, o \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI\/MS) alcan\u00e7ou 69,3 pontos, indicando um pequeno recuo de 0,7 ponto quando comparado com o m\u00eas anterior. \u201cEssa pequena varia\u00e7\u00e3o interrompe uma sequ\u00eancia de quatro altas consecutivas. Por\u00e9m, o ICEI encontra-se 11 pontos acima do registrado em fevereiro do ano passado e 14,7 pontos acima de sua m\u00e9dia hist\u00f3rica\u201d, detalhou o economista.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Em fevereiro, 1,4% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora tamb\u00e9m foi apontada por 1,4% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais est\u00e3o piores para 7,1% dos respondentes. Al\u00e9m disso, para 48,6% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 58,6% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 54,3%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Para 44,3% dos empres\u00e1rios as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram, enquanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual esse percentual chegou a 34,3% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado foi de 32,9%. J\u00e1 os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 5,7%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Expectativas para os pr\u00f3ximos seis meses<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Em fevereiro, nenhum respondente se mostrou pessimista em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira ou estadual. Contudo, em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho da pr\u00f3pria empresa, o pessimismo foi apontado por 2,9% dos empres\u00e1rios. Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situa\u00e7\u00e3o ficou em 15,7%, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia do Estado esse percentual alcan\u00e7ou 18,6% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 12,9%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Por fim, 81,4% dos empres\u00e1rios se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar, enquanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual esse percentual chegou a 78,6% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, 81,4% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. \u201cOs que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 2,9%\u201d, finalizou Ezequiel Resende.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial sul-mato-grossense ficou praticamente est\u00e1vel em janeiro de 2019, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 70 empresas no per\u00edodo de 1\u00ba a 13 de fevereiro de 2019. 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