{"id":29904,"date":"2019-04-12T11:49:03","date_gmt":"2019-04-12T15:49:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=29904"},"modified":"2019-04-12T12:26:15","modified_gmt":"2019-04-12T16:26:15","slug":"ministros-do-stj-negam-recurso-e-mantem-acao-de-improbidade-do-aquario-do-pantanal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/ministros-do-stj-negam-recurso-e-mantem-acao-de-improbidade-do-aquario-do-pantanal\/","title":{"rendered":"Ministros do STJ negam recurso e mant\u00eam a\u00e7\u00e3o de improbidade do Aqu\u00e1rio do Pantanal"},"content":{"rendered":"<p>A Segunda Turma do STJ (Superior Tribunal de Justi\u00e7a) negou provimento ao agravo interno apresentado por empres\u00e1rios envolvidos na constru\u00e7\u00e3o do Aqu\u00e1rio do Pantanal e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.midiamax.com.br\/politica\/transparencia\/2019\/stj-restabelece-decisao-de-juiz-e-mantem-bloqueios-de-empresas-fornecedoras-do-aquario-do-pantanal\/\"><strong>manteve a decis\u00e3o monocr\u00e1tica do ministro Francisco Falc\u00e3o<\/strong><\/a>, relator, para mandar o TJMS (Tribunal de Justi\u00e7a de Mato Grosso do Sul) receber a a\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa sobre o caso. A decis\u00e3o foi publicada nesta sexta-feira (12) no Di\u00e1rio da Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Os empres\u00e1rios Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Toledo Areias, Massashi Ruy Ohtake e a empresa Ruy Ohtake Arquitetura e Urbanismo Ltda impetraram recurso a decis\u00e3o do ministro Falc\u00e3o, que havia mandado o Tribunal receber a a\u00e7\u00e3o em novembro do ano passado.<\/p>\n<p>Apresentada pelo MPMS (Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual de Mato Grosso do Sul) em novembro de 2016, a a\u00e7\u00e3o aponta suposto esquema de desvio de verba atrav\u00e9s da longa constru\u00e7\u00e3o do Aqu\u00e1rio do Pantanal, iniciada em 2011 e sem conclus\u00e3o at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Em agosto de 2017 o juiz David de Oliveira Gomes Filho deferiu parcialmente o pedido de bloqueio de bens, indisponibilizando R$ 10,7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No entanto, os desembargadores do TJMS retiraram o arquiteto Massashi Ruy Ohtake, sua empresa Ruy Ohtake Arquitetura e Urbanismo Ltda e o engenheiro Jose Ant\u00f4nio Toledo Areias do processo ap\u00f3s receberem o recurso e, consequentemente, desbloquearam os bens dos reclamantes.<\/p>\n<p>O TJMS acatou a argumenta\u00e7\u00e3o da defesa de aus\u00eancia de substrato f\u00e1tico, \u2018sequer indici\u00e1rio, da pr\u00e1tica de atos de improbidade administrativa\u2019 nos autos.<\/p>\n<p>J\u00e1 os ministros negaram o recurso justificando que os fatos imputados \u2018foram descritos com clareza, bem como constaram os dispositivos da Lei de Improbidade Administrativa reputados violados\u2019 e que a a\u00e7\u00e3o deveria prosseguir por conta do princ\u00edpio do in dubio pro societate. \u201cSignifica dizer que, caso haja apenas ind\u00edcios da pr\u00e1tica de ato de improbidade administrativa, ainda assim se imp\u00f5e a aprecia\u00e7\u00e3o de fatos apontados como \u00edmprobos\u201d.<\/p>\n<p>Na decis\u00e3o publicada nesta sexta, os ministros impuseram a reforma do ac\u00f3rd\u00e3o com o recebimento da den\u00fancia, como na decis\u00e3o de primeira inst\u00e2ncia, e que o decreto de indisponibilidade de bens fosse novamente apreciado em MS.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Segunda Turma do STJ (Superior Tribunal de Justi\u00e7a) negou provimento ao agravo interno apresentado por empres\u00e1rios envolvidos na constru\u00e7\u00e3o do Aqu\u00e1rio do Pantanal e\u00a0manteve a decis\u00e3o monocr\u00e1tica do ministro Francisco Falc\u00e3o, relator, para mandar o TJMS (Tribunal de Justi\u00e7a de Mato Grosso do Sul) receber a a\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa sobre o caso. 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