{"id":30685,"date":"2019-05-09T08:48:09","date_gmt":"2019-05-09T12:48:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=30685"},"modified":"2019-05-09T09:15:55","modified_gmt":"2019-05-09T13:15:55","slug":"exportacoes-industriais-de-ms-tem-melhor-performance-de-janeiro-a-abril-dos-ultimos-5-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/exportacoes-industriais-de-ms-tem-melhor-performance-de-janeiro-a-abril-dos-ultimos-5-anos\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es industriais de MS t\u00eam melhor performance de janeiro a abril dos \u00faltimos 5 anos"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNormal\">A receita obtida com as exporta\u00e7\u00f5es de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul apresentou a melhor performance para o per\u00edodo de janeiro a abril dos \u00faltimos cinco anos ao alcan\u00e7ar US$ 1,23 bilh\u00e3o nos quatro primeiros meses deste ano, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Em 2015, conforme o Radar da Fiems, o setor obteve receita de US$ 936,8 milh\u00f5es no intervalo de janeiro a abril e, de l\u00e1 para c\u00e1, esse montante s\u00f3 tinha sido superado no ano passado, quando somou US$ 1,11 bilh\u00f5es no 1\u00ba quadrimestre de 2018.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, se for analisar desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica do levantamento, ou seja, 2009, o per\u00edodo de janeiro a abril de 2019 \u00e9 o melhor para as exporta\u00e7\u00f5es de industrializados de Mato Grosso do Sul dos \u00faltimos 10 anos. \u201cA exporta\u00e7\u00e3o de celulose \u00e9 a grande respons\u00e1vel por essa performance extraordin\u00e1ria, pois, quando esse produto industrial entrou na pauta de exporta\u00e7\u00f5es do Estado, a receita tem crescido ano ap\u00f3s ano e j\u00e1 \u00e9 superior ao do complexo frigor\u00edfico, que dominava a balan\u00e7a comercial sul-mato-grossense\u201d, analisou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ezequiel Resende destaca que, em abril, a receita com a exporta\u00e7\u00e3o de produtos industriais alcan\u00e7ou US$ 281,2 milh\u00f5es, aumento de 3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2018, quando o valor ficou em US$ 273,9 milh\u00f5es. \u201cJ\u00e1 no acumulado de janeiro a abril de 2019 a receita total alcan\u00e7ou US$ 1,213 bilh\u00e3o, indicando aumento de 8% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2018, quando o resultado ficou em US$ 1,118 bilh\u00e3o. Quanto \u00e0 participa\u00e7\u00e3o relativa, no m\u00eas, a ind\u00fastria respondeu por 68% de toda a receita de exporta\u00e7\u00e3o de Mato Grosso do Sul e, no acumulado do ano, a participa\u00e7\u00e3o est\u00e1 em 74%\u201d, informou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Detalhamento por grupos<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">No per\u00edodo de janeiro a abril deste ano, os grupos de maior destaque nas exporta\u00e7\u00f5es de produtos industriais de Mato Grosso do Sul s\u00e3o \u201cCelulose e Papel\u201d, \u201cComplexo Frigor\u00edfico\u201d, \u201c\u00d3leos Vegetais\u201d, \u201cExtrativo Mineral\u201d e \u201cCouros e Peles\u201d, que, somados representaram 97,5% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de industrializados ao exterior. O grupo \u201cCelulose e Papel\u201d registrou nos primeiros quatro meses deste ano receita de US$ 710,61 milh\u00f5es, um aumento de 24%, que foram obtidos quase que na totalidade com a venda da celulose (US$ 696,71 milh\u00f5es), tendo como principais compradores China, com US$ 393,97 milh\u00f5es, Estados Unidos, com US$ 102,7 milh\u00f5es, It\u00e1lia, com US$ 63,3 milh\u00f5es, Holanda, com US$ 54,8 milh\u00f5es, e Espanha, com US$ 13,7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u201cA celulose manteve-se como principal produto vendido pelo Estado no mercado internacional nos quatro primeiros meses de 2019. O produto registrou um incremento no faturamento na compara\u00e7\u00e3o com a mesma parcial de 2018, de 24,33%, passando de US$ 560,334 milh\u00f5es para US$ 696,713 milh\u00f5es\u201d, analisou Ezequiel Resende. J\u00e1 no grupo \u201cComplexo Frigor\u00edfico\u201d a receita conseguida de janeiro a abril foi de US$ 319,3 milh\u00f5es, um aumento de 4% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, sendo que 41,2% do total alcan\u00e7ado \u00e9 oriundo das carnes desossadas de bovinos congeladas, que totalizaram US$ 131,5 milh\u00f5es, tendo como principais compradores Hong Kong, com US$ 54 milh\u00f5es, Chile, com US$ 41,2 milh\u00f5es, Emirados \u00c1rabes Unidos, com US$ 39,2 milh\u00f5es, China, com US$ 19,4 milh\u00f5es, Ar\u00e1bia Saudita, com US$ 18,9 milh\u00f5es, e Jap\u00e3o, com US$ 14,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u201cA autoridade sanit\u00e1ria da \u00cdndia aprovou a primeira permiss\u00e3o de importa\u00e7\u00e3o para carne de frango in natura brasileira. A carne de frango \u00e9 a prote\u00edna animal mais consumida na \u00cdndia e estima-se que o mercado indiano para o produto v\u00e1 continuar crescendo a uma taxa de 7% a 8% ao ano. A expectativa do governo brasileiro \u00e9 que as importa\u00e7\u00f5es indianas aumentem na medida da expans\u00e3o do mercado. A partir da medida anunciada, todas as plantas frigor\u00edficas registradas no Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF) j\u00e1 podem exportar carne de frango in natura para aquele pa\u00eds\u201d, ressaltou o economista.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Outros grupos<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Para o grupo \u201c\u00d3leos Vegetais\u201d, a receita alcan\u00e7ou US$ 70,6 milh\u00f5es no quadrimestre, um crescimento de 19% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2018, com destaque para farinhas e pellets da extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de soja, que somaram US$ 63,3 milh\u00f5es, tendo como principais compradores a Indon\u00e9sia, com US$ 34,2 milh\u00f5es, o Reino Unido, com US$ 10,5 milh\u00f5es, a Pol\u00f4nia, com US$ 8,3 milh\u00f5es, e Dinamarca, com US$ 3,7 milh\u00e3o<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u201cA Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias de \u00d3leos Vegetais (Abiove) revisou para cima sua estimativa para a produ\u00e7\u00e3o de soja no Brasil na temporada 2018\/19. A colheita deve ser de 117,6 milh\u00f5es de toneladas, acima das 116,9 milh\u00f5es de toneladas esperadas em 19 de mar\u00e7o. Para o farelo, a entidade manteve a estimativa anterior: a produ\u00e7\u00e3o deve ser de 32,6 milh\u00f5es de toneladas, a exporta\u00e7\u00e3o de 16,2 milh\u00f5es de toneladas, o consumo interno de 16,3 milh\u00f5es de toneladas e o estoque final de 1,89 milh\u00e3o de toneladas\u201d, pontuou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">No grupo \u201cSiderurgia e Metalurgia B\u00e1sica\u201d, as exporta\u00e7\u00f5es de janeiro a abril deste ano somaram US$ 11,7 milh\u00f5es, uma eleva\u00e7\u00e3o de 142% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2018, com destaque para ferro fundido bruto n\u00e3o ligado, que somou US$ 10,3 milh\u00f5es, tendo como principais compradores o M\u00e9xico, com US$ 9,5 milh\u00f5es, Paraguai, com US$ 900,1 mil, Argentina, com US$ 783,9 mil, e Bol\u00edvia, com US$ 504,8 mil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A receita obtida com as exporta\u00e7\u00f5es de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul apresentou a melhor performance para o per\u00edodo de janeiro a abril dos \u00faltimos cinco anos ao alcan\u00e7ar US$ 1,23 bilh\u00e3o nos quatro primeiros meses deste ano, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. 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