{"id":30951,"date":"2019-05-16T09:46:53","date_gmt":"2019-05-16T13:46:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=30951"},"modified":"2019-05-16T11:42:38","modified_gmt":"2019-05-16T15:42:38","slug":"taxa-de-desemprego-cresce-em-14-estados-no-primeiro-trimestre-do-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/taxa-de-desemprego-cresce-em-14-estados-no-primeiro-trimestre-do-ano\/","title":{"rendered":"Taxa de desemprego cresce em 14 estados no primeiro trimestre do ano"},"content":{"rendered":"<p>A taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o no primeiro trimestre deste ano, na compara\u00e7\u00e3o com o \u00faltimo trimestre do ano passado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios \u2013 Cont\u00ednua (PNAD-C), divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Nas outras 13 unidades, a taxa manteve-se est\u00e1vel.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre de 2018, no entanto, apenas quatro unidades da Federa\u00e7\u00e3o tiveram aumento da taxa de desemprego.<\/p>\n<p>Na passagem do \u00faltimo trimestre de 2018 para o primeiro trimestre deste ano, as maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goi\u00e1s (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).<\/p>\n<p>J\u00e1 os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de compara\u00e7\u00e3o, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Cear\u00e1 (de 12,8% para 11,4%).<\/p>\n<p><strong>Subutiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o (os que est\u00e3o desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam dispon\u00edveis para trabalhar mas n\u00e3o conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos \u00faltimos da s\u00e9rie hist\u00f3rica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As maiores taxas foram observadas no Piau\u00ed (41,6%), Maranh\u00e3o (41,1%), Acre (35%), na Para\u00edba (34,3%), no Cear\u00e1 (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa m\u00e9dia de subutiliza\u00e7\u00e3o no pa\u00eds foi de 25%, tamb\u00e9m a maior da s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranh\u00e3o (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amap\u00e1 (15 mil).<\/p>\n<p>Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranh\u00e3o (50,3%), Piau\u00ed (52,5%) e Par\u00e1 (53,0%).<\/p>\n<p>As maiores propor\u00e7\u00f5es de trabalhadores sem carteira foram observadas no Maranh\u00e3o (49,5%), Piau\u00ed (47,8%) e Par\u00e1 (46,4%), e as menores, em Santa Catarina (13,2%), no Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um m\u00eas a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, h\u00e1 dois anos ou mais, 15,7%, h\u00e1 menos de um m\u00eas e 14,1% de um ano a menos de dois anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o no primeiro trimestre deste ano, na compara\u00e7\u00e3o com o \u00faltimo trimestre do ano passado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios \u2013 Cont\u00ednua (PNAD-C), divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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