{"id":32372,"date":"2019-06-25T09:33:31","date_gmt":"2019-06-25T13:33:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=32372"},"modified":"2019-06-25T10:56:16","modified_gmt":"2019-06-25T14:56:16","slug":"industrias-aumentam-producao-mas-atividade-segue-estavel-na-maioria-das-empresas-de-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/industrias-aumentam-producao-mas-atividade-segue-estavel-na-maioria-das-empresas-de-ms\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastrias aumentam produ\u00e7\u00e3o, mas atividade segue est\u00e1vel na maioria das empresas de MS"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNormal\">No m\u00eas de maio, 58,6% das empresas industriais sul-mato-grossenses apresentaram estabilidade na produ\u00e7\u00e3o, enquanto no m\u00eas anterior esse resultado era de 58,9%, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 70 empresas no per\u00edodo de 3 a 12 de junho. J\u00e1 as empresas que apresentaram expans\u00e3o responderam por 22,8% do total, contra 12,4% no \u00faltimo levantamento, indicando uma melhora no ritmo da atividade industrial na passagem entre os meses de abril e maio.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, explica que diminuiu a ociosidade m\u00e9dia da ind\u00fastria estadual na passagem de abril para maio. \u201cEm maio, a ociosidade m\u00e9dia na ind\u00fastria sul-mato-grossense ficou em 28%, contra 32% no m\u00eas anterior, enquanto o \u00edndice de utiliza\u00e7\u00e3o fechou o m\u00eas em 44,6 pontos, ficando tr\u00eas pontos acima do \u00faltimo levantamento\u201d, relatou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">No entanto, o economista ressalta que resultados abaixo dos 50 pontos sinalizam que a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada ainda continua inferior ao que era esperado para o per\u00edodo. \u201cConforme a Sondagem Industrial, em maio a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada ficou abaixo do usual para 35,7% dos respondentes, igual ao usual para 51,4% e acima para 10%\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Expectativas<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Com rela\u00e7\u00e3o ao \u00edndice de expectativa do empres\u00e1rio industrial, Ezequiel Resende detalha que, em junho, 37,1% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto, para o mesmo per\u00edodo, 15,7% preveem queda. \u201cJ\u00e1 as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 47,1% do total\u201d, informou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 sobre o n\u00famero de empregados 14,3% das empresas responderam que esperam aumentar o n\u00famero de funcion\u00e1rios nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 7,1% apontaram que esse n\u00famero deve cair. \u201cAl\u00e9m disso, as empresas que esperam manter o quadro de funcion\u00e1rios est\u00e1vel responderam por 78,6%\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems pontua que, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, 7,1% das empresas respondentes disseram esperar aumento na venda dos seus produtos para o exterior nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 4,3% acreditam que deva ocorrer queda. \u201cJ\u00e1 as empresas que preveem estabilidade para suas exporta\u00e7\u00f5es responderam por 15,7% do total. Por fim, 71,4% das empresas disseram que n\u00e3o exportam\u201d, afirmou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Sobre a inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial, o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial ficou em 54,9 pontos em junho contra 54,6 pontos no m\u00eas anterior. \u201cMesmo com a relativa estabilidade houve significativa melhora na participa\u00e7\u00e3o das empresas que provavelmente investir\u00e3o nos pr\u00f3ximos seis meses, que subiu de 43,8% para 52,9% do total.\u00a0 Vale destacar tamb\u00e9m a redu\u00e7\u00e3o ocorrida na participa\u00e7\u00e3o das empresas que disseram que n\u00e3o dever\u00e3o investir nesse per\u00edodo, que saiu de 38,4% para 34,3%\u201d, informou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>ICEI<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI\/MS) alcan\u00e7ou em junho 59,7 pontos, indicando um recuo de 0,6 pontos, quando comparado com o m\u00eas anterior. \u201cRegistrando, deste modo, a quinta queda consecutiva ap\u00f3s um per\u00edodo de forte alta acumulada entre os meses de outubro de 2018 e janeiro de 2019. Por\u00e9m, mesmo com as redu\u00e7\u00f5es observadas, o atual resultado encontra-se 6,5 pontos acima do registrado em junho do ano passado e 6,3 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica registrada para o m\u00eas\u201d, detalhou o economista.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Em junho, 22,9% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora foi apontada por 21,4% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais tamb\u00e9m est\u00e3o piores para 18,6% dos respondentes. Al\u00e9m disso, para 48,6% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 51,4% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 54,3%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Al\u00e9m disso, para 20% dos empres\u00e1rios as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram, enquanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual esse percentual chegou a 18,6% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado tamb\u00e9m foi de 18,6%. J\u00e1 os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 8,6%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Expectativas para os pr\u00f3ximos seis meses<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Em junho, 8,6% dos respondentes disseram que est\u00e3o pessimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado alcan\u00e7ou 11,5% e, quanto ao desempenho da pr\u00f3pria empresa, o pessimismo foi apontado por 4,3% dos empres\u00e1rios.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situa\u00e7\u00e3o ficou em 28,6%, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia do estado esse percentual alcan\u00e7ou 31,4% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 34,3%.\u00a0 Por fim, 58,6% dos empres\u00e1rios se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, esse percentual chegou a 52,9% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, 57,1% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. Os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam igualmente por 4,3%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas de maio, 58,6% das empresas industriais sul-mato-grossenses apresentaram estabilidade na produ\u00e7\u00e3o, enquanto no&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-32372","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32372","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32372"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32372\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32373,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32372\/revisions\/32373"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32372"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32372"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32372"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}