{"id":33370,"date":"2019-07-30T08:33:08","date_gmt":"2019-07-30T12:33:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=33370"},"modified":"2019-07-30T08:08:36","modified_gmt":"2019-07-30T12:08:36","slug":"atividade-industrial-segue-estavel-na-maioria-das-empresas-de-mato-grosso-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/atividade-industrial-segue-estavel-na-maioria-das-empresas-de-mato-grosso-do-sul\/","title":{"rendered":"Atividade industrial segue est\u00e1vel na maioria das empresas de Mato Grosso do Sul"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNormal\">No m\u00eas de junho, 54,2% das empresas industriais sul-mato-grossenses apresentaram estabilidade na produ\u00e7\u00e3o, enquanto no m\u00eas anterior esse resultado era de 58,6%, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 72 empresas no per\u00edodo de 1\u00ba a 11 de julho. J\u00e1 as empresas que apresentaram queda responderam por 32% do total, contra 18,6% no \u00faltimo levantamento, indicando uma piora no ritmo da atividade industrial na passagem entre os meses de maio e junho.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, explica que a capacidade ociosa da ind\u00fastria estadual permanece elevada. \u201cEm junho, a ociosidade m\u00e9dia na ind\u00fastria sul-mato-grossense ficou em 29%, contra 28% no m\u00eas anterior. Somado a isso, o \u00edndice de utiliza\u00e7\u00e3o fechou o m\u00eas em 42,3 pontos, sendo que resultados abaixo dos 50 pontos sinalizam que a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada foi inferior ao que era esperado para o per\u00edodo\u201d, detalhou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ele acrescenta que a Sondagem Industrial mostrou, ainda, que, em junho, a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada ficou abaixo do usual para 40,3% dos respondentes, igual ao usual para 51,4% e acima para 6,9%. J\u00e1 as condi\u00e7\u00f5es financeiras apresentaram pequena melhora na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo trimestre do ano passado, mas ainda seguem longe do ideal. \u201cDe um modo geral, os empres\u00e1rios industriais de Mato Grosso do Sul mostraram-se insatisfeitos com a margem de lucro operacional de suas empresas no segundo trimestre de 2019, com o indicador alcan\u00e7ando 42,6 pontos\u201d, informou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ezequiel Resende completa que comportamento semelhante foi verificado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de acesso ao cr\u00e9dito e situa\u00e7\u00e3o financeira geral da empresa, com os indicadores alcan\u00e7ando 42,2 e 47,5 pontos, respectivamente. \u201cEm Mato Grosso do Sul, no segundo trimestre de 2019, 34,8% dos empres\u00e1rios industriais consideraram ruim a margem de lucro operacional obtida no per\u00edodo. Na mesma compara\u00e7\u00e3o, o acesso ao cr\u00e9dito foi considerado dif\u00edcil por 20,9% dos empres\u00e1rios, enquanto 25% responderam n\u00e3o ter buscado cr\u00e9dito no trimestre\u201d, explicou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o financeira geral da empresa foi avaliada como ruim por 23,6% dos participantes e, por fim, 37,5% responderam que houve aumento dos pre\u00e7os das mat\u00e9rias-primas utilizadas. A Sondagem Industrial tamb\u00e9m apontou que as principais dificuldades enfrentadas pelos industriais de Mato Grosso do Sul no 2\u00ba trimestre de 2019 foram a elevada carga tribut\u00e1ria, demanda interna insuficiente, falta ou alto custo da mat\u00e9ria prima, falta ou alto custo de energia, competi\u00e7\u00e3o desleal, falta de capital de giro e burocracia excessiva.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Expectativas<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Com rela\u00e7\u00e3o ao \u00edndice de expectativa do empres\u00e1rio industrial, Ezequiel Resende detalha que, em julho, 36,1% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto, para o mesmo per\u00edodo, 6,9% preveem queda. \u201cJ\u00e1 as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 51,4% do total\u201d, relatou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 sobre o n\u00famero de empregados 16,7% das empresas responderam que esperam aumentar o n\u00famero de funcion\u00e1rios nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 8,3% apontaram que esse n\u00famero deve cair. \u201cAl\u00e9m disso, as empresas que esperam manter o quadro de funcion\u00e1rios est\u00e1vel responderam por 69,4%\u201d, ressaltou o economista.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems pontua que, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, 8,3% das empresas respondentes disseram esperar aumento na venda dos seus produtos para o exterior nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 2,8% acreditam que deva ocorrer queda. \u201cJ\u00e1 as empresas que preveem estabilidade para suas exporta\u00e7\u00f5es responderam por 13,9% do total e, por fim, 66,7% das empresas disseram que n\u00e3o exportam\u201d, afirmou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Sobre a inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial, o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial ficou em 58,5 pontos em julho contra 54,9 pontos no m\u00eas anterior. \u201cO resultado foi influenciado, principalmente, pela melhora na participa\u00e7\u00e3o das empresas que decididamente far\u00e3o investimentos nos pr\u00f3ximos seis meses, que saiu 1,4% para 5,6% do total na passagem de junho para julho\u201d, analisou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ele destaca tamb\u00e9m a redu\u00e7\u00e3o ocorrida na participa\u00e7\u00e3o das empresas que disseram que definitivamente n\u00e3o v\u00e3o investir nesse per\u00edodo, que caiu de 7,1% para 2,8%. \u201cO \u00edndice varia de 0 a 100 pontos, quanto maior o \u00edndice, maior \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o de investir\u201d, pontuou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>ICEI<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI\/MS) alcan\u00e7ou em julho 61,3 pontos, indicando um avan\u00e7o de 1,6 ponto, quando comparado com o m\u00eas anterior. \u201cInterrompendo, deste modo, uma sequ\u00eancia de cinco quedas consecutivas registradas entre os meses de fevereiro e junho. Al\u00e9m disso, o atual resultado encontra-se 10,2 pontos acima do anotado em julho do ano passado e 7,5 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica registrada para o m\u00eas\u201d, detalhou o economista.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Em julho, 22,2% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora foi apontada por 19,5% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais tamb\u00e9m est\u00e3o piores para 19,5% dos respondentes. Al\u00e9m disso, para 41,7% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 44,4% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 37,5%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Para 22,2% dos empres\u00e1rios as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram, enquanto m rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual esse percentual chegou a 20,8% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado foi de 26,4%. \u201cJ\u00e1 os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam por 13,9%, 15,3% e 16,7%, respectivamente\u201d, revelou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Sobre os pr\u00f3ximos seis meses, 11,1% dos respondentes disseram que est\u00e3o pessimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado alcan\u00e7ou 6,9% e, quanto ao desempenho da pr\u00f3pria empresa, o pessimismo foi apontado por 8,4% dos empres\u00e1rios. Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situa\u00e7\u00e3o ficou em 33,3%, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia do estado esse percentual alcan\u00e7ou 41,7% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 26,4%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Por fim, 51,4% dos empres\u00e1rios se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, esse percentual chegou a 45,8% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, 58,3% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. Os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam por 4,2%, 5,6% e 6,9%, respectivamente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas de junho, 54,2% das empresas industriais sul-mato-grossenses apresentaram estabilidade na produ\u00e7\u00e3o, enquanto no&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":33371,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8,9],"tags":[],"class_list":["post-33370","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33370","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33370"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33370\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33372,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33370\/revisions\/33372"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33371"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}