{"id":34178,"date":"2019-08-27T09:48:39","date_gmt":"2019-08-27T13:48:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=34178"},"modified":"2019-08-27T11:08:47","modified_gmt":"2019-08-27T15:08:47","slug":"atividade-industrial-segue-estavel-na-maior-parte-das-empresas-de-mato-grosso-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/atividade-industrial-segue-estavel-na-maior-parte-das-empresas-de-mato-grosso-do-sul\/","title":{"rendered":"Atividade industrial segue est\u00e1vel na maior parte das empresas de Mato Grosso do Sul"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNormal\">O n\u00famero de estabelecimentos com aumento na produ\u00e7\u00e3o em Mato Grosso do Sul cresceu em julho, por\u00e9m, a atividade segue est\u00e1vel na maior parte das empresas. No referido m\u00eas, 51,4% das empresas industriais sul-mato-grossenses apresentaram estabilidade na produ\u00e7\u00e3o, no m\u00eas anterior esse resultado era de 54,2%, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 70 empresas no per\u00edodo de 1\u00ba a 13 de agosto.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 as empresas que apresentaram aumento responderam por 31,4% do total, contra 13,9% no \u00faltimo levantamento, indicando uma melhora no ritmo da atividade industrial na passagem entre os meses de junho e julho. \u201cEsse desempenho se refletiu no \u00edndice de avalia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o que, no per\u00edodo analisado, avan\u00e7ou 9,5 pontos\u201d, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ele explica que a ociosidade diminuiu, mas ainda segue em patamar elevado, com julho apresentando, na m\u00e9dia, uma inatividade na ind\u00fastria sul-mato-grossense de 27% contra 29% no m\u00eas anterior. \u201cJ\u00e1 o \u00edndice de utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada fechou o m\u00eas em 47,8 pontos, ficando 5,5 pontos acima do \u00faltimo levantamento. Por\u00e9m, resultados abaixo dos 50 pontos indicam que o desempenho foi inferior ao que era esperado para o per\u00edodo\u201d, relatou, refor\u00e7ando que, em julho, a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada ficou abaixo do usual para 28,5% dos respondentes, igual ao usual para 55,7% e acima para 15,7%.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Expectativas<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Com rela\u00e7\u00e3o ao \u00edndice de expectativa do empres\u00e1rio industrial, Ezequiel Resende detalha que, em agosto, 38,6% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto, por outro lado, para o mesmo per\u00edodo, 14,3% preveem queda e as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 47,1% do total.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ainda em agosto, 21,4% das empresas responderam que esperam aumentar o n\u00famero de empregados, enquanto 7,1% apontaram que esse n\u00famero deve cair e 71,4% responderam que esperam manter o quadro de funcion\u00e1rios est\u00e1vel. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, 7,1% das empresas respondentes disseram esperar aumento, enquanto 2,9% acreditam que deva ocorrer queda, 21,4% preveem estabilidade e 65,7% das empresas disseram que n\u00e3o exportam.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Sobre a inten\u00e7\u00e3o de investimento recua na passagem de julho para agosto, o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial ficou em 55,2 pontos, contra 58,5 pontos no m\u00eas anterior. \u201cO resultado foi influenciado, em boa medida, pelo recuo na participa\u00e7\u00e3o das empresas que provavelmente far\u00e3o investimentos nos pr\u00f3ximos seis meses, que caiu 48,6% para 44,3% do total.\u00a0 Vale destacar tamb\u00e9m o aumento ocorrido na participa\u00e7\u00e3o das empresas que disseram que definitivamente n\u00e3o v\u00e3o investir nesse per\u00edodo, que saiu de 2,8% para 7,1%\u201d, Ezequiel Resende.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>ICEI<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI\/MS) alcan\u00e7ou em agosto 61 pontos contra 61,3 pontos no m\u00eas anterior, contudo, o atual resultado encontra-se 6,4 pontos acima do anotado em agosto do ano passado e 7,2 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica registrada para o m\u00eas. Em agosto, 7,1% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora foi apontada por 10,0% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais tamb\u00e9m est\u00e3o piores para 8,5% dos respondentes.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Al\u00e9m disso, conforme o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, para 57,1% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 65,7% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero tamb\u00e9m chegou a 57,1%.\u00a0 \u201cPara 28,6% dos empres\u00e1rios as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram\u201d, declarou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual esse percentual chegou a 15,7% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado foi de 25,7%. \u201cOs que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam por 7,1%, 8,6% e 8,6%, respectivamente\u201d, finalizou o economista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de estabelecimentos com aumento na produ\u00e7\u00e3o em Mato Grosso do Sul cresceu em julho, por\u00e9m, a atividade segue est\u00e1vel na maior parte das empresas. 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