{"id":34599,"date":"2019-09-09T12:32:37","date_gmt":"2019-09-09T16:32:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=34599"},"modified":"2019-09-09T12:43:12","modified_gmt":"2019-09-09T16:43:12","slug":"industria-de-ms-abre-21-mil-novos-postos-de-trabalho-no-ano-e-setor-ja-soma-1231-mil-trabalhadores-com-carteira-assinada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/industria-de-ms-abre-21-mil-novos-postos-de-trabalho-no-ano-e-setor-ja-soma-1231-mil-trabalhadores-com-carteira-assinada\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria de MS abre 2,1 mil novos postos de trabalho no ano e setor j\u00e1 soma 123,1 mil trabalhadores com carteira assinada"},"content":{"rendered":"<p class=\"x_MsoNormal\">O setor industrial de Mato Grosso do Sul, que \u00e9 composto pelas ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o, de extrativismo mineral, de constru\u00e7\u00e3o civil e de servi\u00e7os de utilidade p\u00fablica, j\u00e1 abriu, no per\u00edodo de janeiro a julho deste ano, 2.119 novos postos de trabalho, o que eleva para 123.146 o n\u00famero de trabalhadores empregados com carteira assinada na ind\u00fastria at\u00e9 o momento, conforme aponta levantamento realizado pelo Radar Industrial da Fiems. De acordo com os dados disponibilizados, o saldo positivo obtido no per\u00edodo de sete meses deste ano \u00e9 resultado de 35.914 contrata\u00e7\u00f5es e 33.795 demiss\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Na avalia\u00e7\u00e3o do presidente da Fiems, S\u00e9rgio Longen, os n\u00fameros positivos t\u00eam de ser comemorados todas as vezes em que s\u00e3o alcan\u00e7ados. \u201cCada vez mais, a ind\u00fastria de Mato Grosso do Sul tem apresentado bons indicadores, consolidando a evolu\u00e7\u00e3o do setor no Estado. As proje\u00e7\u00f5es feitas no fim do ano passado j\u00e1 demonstravam que ter\u00edamos um desempenho melhor em 2019 e os dados apresentados pela gera\u00e7\u00e3o de empregos, faturamento e indicadores de otimismo dos empres\u00e1rios industriais confirmam isso\u201d, analisou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Ele acrescenta que o fato de o setor ter superado mais de 2,1 mil novos postos de trabalho de janeiro a julho deste ano \u00e9 extremamente positivo para a economia sul-mato-grossense. \u201cEsses n\u00fameros j\u00e1 podem ser considerados os primeiros sinais de recupera\u00e7\u00e3o do setor. O bom desempenho confirma a previs\u00e3o de que neste 2\u00ba semestre as coisas deveriam melhorar ainda mais para o setor industrial do Estado\u201d, pontuou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b>Os dados<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, o saldo positivo dos primeiros sete meses deste ano pode ser creditado \u00e0s ind\u00fastrias de alimentos e bebidas (+822), da constru\u00e7\u00e3o (+700), qu\u00edmica (+378), do papel, papel\u00e3o, editorial e gr\u00e1fica (+277), extrativa mineral (+112) e metal\u00fargica (+86). \u201cSomente no m\u00eas de julho, registramos a abertura de 149 postos de trabalho na ind\u00fastria estadual, que \u00e9 resultado de 4.807 contrata\u00e7\u00f5es e 4.658 demiss\u00f5es. Os maiores saldos no m\u00eas foram nas ind\u00fastrias de alimentos e bebidas (+276), da constru\u00e7\u00e3o (+92), extrativa mineral (+52), do papel, papel\u00e3o, editorial e gr\u00e1fica (+46) e de cal\u00e7ados (+43)\u201d, informou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">J\u00e1 nos \u00faltimos 12 meses foram abertos 944 postos de trabalho na ind\u00fastria estadual, que s\u00e3o resultado de 57.528 contrata\u00e7\u00f5es e 56.584 demiss\u00f5es, tendo como maiores saldos as ind\u00fastrias de alimentos e bebidas (+1.568), de papel, papel\u00e3o, editorial e gr\u00e1fica (+241), metal\u00fargica (+141) e extrativa mineral (+111). \u201cCom esses n\u00fameros, o conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou julho de 2019 com 123.146 trabalhadores empregados, indicando eleva\u00e7\u00e3o de 0,2% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, quando o contingente ficou em 122.945 funcion\u00e1rios. Atualmente a atividade industrial responde por 18,9% de todo o emprego formal existente em Mato Grosso do Sul, ficando atr\u00e1s dos setores de servi\u00e7os (195.578), administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica (133.910) e com\u00e9rcio (128.043)\u201d, comparou.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O economista relata que de janeiro a julho 118 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contrata\u00e7\u00e3o, proporcionando a abertura de 3.911 vagas, com destaque para abate de su\u00ednos, aves e outros pequenos animais (+474), fabrica\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool (+457), fabrica\u00e7\u00e3o de celulose e outras pastas para a fabrica\u00e7\u00e3o de papel (+298), servi\u00e7os especializados para constru\u00e7\u00e3o (+224) e fabrica\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar em bruto (+187). Em rela\u00e7\u00e3o aos munic\u00edpios, constata-se que em 44 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contrata\u00e7\u00e3o com destaque para Campo Grande (+551), Navira\u00ed (+350), Itaquira\u00ed (+247), Maracaju (+203), Coxim (+171), Sidrol\u00e2ndia (+156), Chapad\u00e3o do Sul (+114), Aparecida do Taboado (+109), Para\u00edso das \u00c1guas (+86), Nova Andradina (+74), Eldorado (+72), Corumb\u00e1 (+67), Dourados (+65), Ang\u00e9lica (+55), Terenos (+53), Anast\u00e1cio (+50) e Ribas do Rio Pardo (+40).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O setor industrial de Mato Grosso do Sul, que \u00e9 composto pelas ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o, de extrativismo mineral, de constru\u00e7\u00e3o civil e de servi\u00e7os de utilidade p\u00fablica, j\u00e1 abriu, no per\u00edodo de janeiro a julho deste ano, 2.119 novos postos de trabalho, o que eleva para 123.146 o n\u00famero de trabalhadores empregados com carteira assinada [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":34600,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-34599","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34599","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34599"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34599\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34601,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34599\/revisions\/34601"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34600"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34599"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34599"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34599"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}