{"id":5608,"date":"2017-06-16T11:18:33","date_gmt":"2017-06-16T15:18:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=5608"},"modified":"2017-06-16T11:18:33","modified_gmt":"2017-06-16T15:18:33","slug":"flores-dos-ipes-desabrocham-e-embelezam-outono-corumbaense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/flores-dos-ipes-desabrocham-e-embelezam-outono-corumbaense\/","title":{"rendered":"Flores dos ip\u00eas desabrocham e embelezam outono corumbaense"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 aproximadamente uma semana, quem vive em Corumb\u00e1 ou passeia pela cidade est\u00e1 tendo o privil\u00e9gio de contemplar a beleza das flores roxas dos ip\u00eas. A flora\u00e7\u00e3o aconteceu pouco depois do desabrochar das barrigudas, esp\u00e9cie famosa do pantanal por apresentar caule espinhoso e inchado, como se estivesse \u201cbarrigudo\u201d. As flores do outono enchem os olhos de que as v\u00ea. Nos morros, terrenos, canteiros e quintais, por todo o lugar da cidade, a intensa colora\u00e7\u00e3o em meio ao verde gerado pelos dias mais \u00famidos tem chamado a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os ip\u00eas t\u00eam uma sequ\u00eancia de flora\u00e7\u00e3o, primeiro florescem os roxos, depois os amarelos e brancos e, por \u00faltimo, surgem os rosados, conforme a explica\u00e7\u00e3o da bi\u00f3loga Marina Daibert. Marina \u00e9 gerente de Arboriza\u00e7\u00e3o Urbana da Funda\u00e7\u00e3o de Meio Ambiente do Pantanal e afirmou que n\u00e3o h\u00e1 explica\u00e7\u00e3o l\u00f3gica para o fen\u00f4meno, mas, apesar de serem todos ip\u00eas, cada cor representa uma esp\u00e9cie distinta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 comum no outono as \u00e1rvores perderem suas folhas e muitas delas gerarem flores, mas por causa das cores, as que mais s\u00e3o vistas s\u00e3o as dos ip\u00eas e das barrigudas, essas \u00faltimas muitas vezes confundidas com o ip\u00ea rosado. No outono, as \u00e1rvores perdem as folhas com o intuito de se protegerem do per\u00edodo seco, j\u00e1 que \u00e9 por elas \u00e9 que se faz a clorofila e \u00e9 feita sua transpira\u00e7\u00e3o. Sem as folhas, as plantas reservam energia para si e podem segurar a pouca umidade que existe nessa \u00e9poca. Como este ano est\u00e1 chovendo mais que o normal para a esta\u00e7\u00e3o, as cores vivas das flores est\u00e3o se destacando em meio ao verde intenso do pantanal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando conseguem florir, os ip\u00eas produzem os frutos e as sementes que s\u00e3o espalhadas com o vento, por p\u00e1ssaros e insetos, a fim de garantir a perpetuidade da esp\u00e9cie na natureza. Os ip\u00eas roxos come\u00e7am em junho e podem ser vistos at\u00e9 agosto, quando come\u00e7am a florescer os amarelos. Muitos ip\u00eas naturais do Brasil, por\u00e9m, de outros biomas, t\u00eam sido plantados na cidade, j\u00e1 que s\u00e3o \u00e1rvores belas e que, por serem menores que os encontrados no pantanal, n\u00e3o atrapalham a fia\u00e7\u00e3o el\u00e9trica. H\u00e1 mais de cem esp\u00e9cies de ip\u00eas espalhados pelo Pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na zona urbana de Corumb\u00e1, os locais mais estrat\u00e9gicos para contemplar as flores do outono s\u00e3o nos morros que circundam o Anel Vi\u00e1rio e o bairro Cristo Redentor. As tonalidades que variam do branco, passam pela cor rosada e chegam aos mais fortes tons de roxo saltam do imenso verde e formam, naturalmente, paisagem digna dos mais belos quadros de grandes artistas pl\u00e1sticos. No entanto, os moradores mais atentos v\u00e3o perceber que essa beleza tamb\u00e9m pode ser vista nas cal\u00e7adas da cidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em meio \u00e0 correria do dia a dia, da ansiedade do s\u00e9culo XXI, as flores do outono mostram ao mundo outra faceta da vida: feita pacientemente de etapas, beleza e serenidade. A contempla\u00e7\u00e3o das flores \u00e9 hoje. Que a pressa e os afazeres de cada dia n\u00e3o nos deixem admir\u00e1-las somente no ano que vem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 aproximadamente uma semana, quem vive em Corumb\u00e1 ou passeia pela cidade est\u00e1 tendo o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5609,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8,17],"tags":[],"class_list":["post-5608","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-meio-ambiente"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5608","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5608"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5608\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5610,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5608\/revisions\/5610"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5609"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5608"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5608"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5608"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}