{"id":7715,"date":"2017-08-07T08:37:21","date_gmt":"2017-08-07T12:37:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=7715"},"modified":"2017-08-07T08:55:41","modified_gmt":"2017-08-07T12:55:41","slug":"empresario-diminui-conta-de-luz-de-r-9-mil-para-r-13000-com-energia-solar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/empresario-diminui-conta-de-luz-de-r-9-mil-para-r-13000-com-energia-solar\/","title":{"rendered":"Empres\u00e1rio diminui conta de luz de R$ 9 mil para R$ 130,00 com energia solar"},"content":{"rendered":"<p>Nesta segunda-feira (07\/08), os participantes do evento de lan\u00e7amento do projeto \u201cSistemas Fotovoltaicos\u201d do Senai, que ser\u00e1 realizado \u00e0s 19 horas no Edif\u00edcio Casa da Ind\u00fastria, em Campo Grande (MS), ter\u00e3o a oportunidade de conhecer a hist\u00f3ria de Nivaldo Shirado. O empres\u00e1rio, propriet\u00e1rio de um com\u00e9rcio de hortifr\u00fati no Conjunto Arnaldo Estev\u00e3o de Figueiredo, na Capital, h\u00e1 26 anos, instalou um conjunto de placas fotovoltaicas no estabelecimento comercial h\u00e1 sete meses e viu a conta de energia el\u00e9trica, que girava em torno dos R$ 9 mil mensais, cair para pouco mais de R$ 130,00.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para alcan\u00e7ar o feito, Nivaldo estudou a fundo o conceito de gera\u00e7\u00e3o de energia solar, fez contas, an\u00e1lise de viabilidade, promoveu adequa\u00e7\u00f5es estruturais no pr\u00e9dio por conta pr\u00f3pria, conseguiu aprova\u00e7\u00e3o de um financiamento junto ao Banco do Brasil via FCO (Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Centro-Oeste) e, finalmente, deu in\u00edcio \u00e0 instala\u00e7\u00e3o das placas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEu consumia, em m\u00e9dia, 7.000 kilowatts por m\u00eas. Era um gasto exorbitante que me incomodava profundamente, chegava a R$ 9 mil. Ent\u00e3o, de in\u00edcio, fiz algumas adapta\u00e7\u00f5es nos refrigeradores, como portas de vidro temperado nos que eram abertos, troca de borrachas nos que eram fechados. S\u00f3 a\u00ed eu j\u00e1 consegui uma economia de 25% a 30% no consumo mensal\u201d, relatou o empres\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois, Nivaldo correu atr\u00e1s e conseguiu aprovar um financiamento de R$ 194 mil junto ao Banco do Brasil, via FCO, a ser pago em cinco anos, com um ano de car\u00eancia. \u201cEu gastei um pouco mais que isso, pois fiz algumas adapta\u00e7\u00f5es estruturais no pr\u00e9dio para que a incid\u00eancia do sol fosse otimizada. Todo o sistema, incluindo placas e equipamentos de convers\u00e3o de energia, ficou pronto em janeiro deste ano. Minha conta de energia el\u00e9trica referente ao m\u00eas de julho veio no valor de R$ 130,00 e minha inten\u00e7\u00e3o \u00e9 instalar mais placas, para zerar de vez e aproveitar o excedente na minha resid\u00eancia\u201d, explicou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bola da vez<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para o empres\u00e1rio, energia solar \u00e9 a \u201cbola da vez\u201d. Um investimento relativamente alto, mas seguro e com retorno certeiro, ainda mais com a linha de financiamento que o Banco do Brasil passou a oferecer. \u201cEu sou um ex\u00edmio defensor da energia fotovoltaica, os empres\u00e1rios precisam conhecer a alternativa e analisar a viabilidade. O dinheiro gasto com energia el\u00e9trica n\u00e3o tem retorno, \u00e9 como pagar aluguel. Por isso as alternativas de economia devem ser consideradas\u201d, aconselhou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com o projeto \u201cSistemas Fotovoltaicos\u201d, que integra o PSGE (Programa Senai de Gest\u00e3o Energ\u00e9tica), ind\u00fastrias, estabelecimentos comerciais, propriedades rurais e resid\u00eancias sul-mato-grossenses passar\u00e3o a contar com a expertise do Senai para implantar sistemas de gera\u00e7\u00e3o de energia solar com foco na redu\u00e7\u00e3o de custos, economia de energia e elimina\u00e7\u00e3o do desperd\u00edcio.<\/p>\n<p>\u201cMuitas ind\u00fastrias t\u00eam investido ou demonstrado interesse de investir nesse ramo com foco na competitividade. O conceito do projeto se baseia na redu\u00e7\u00e3o de custos e na elimina\u00e7\u00e3o do desperd\u00edcio, al\u00e9m do marketing ambiental e do fato de tornar as ind\u00fastrias mais est\u00e1veis\u201d, explicou o gerente do Senai Empresa, Rodolpho Mangialardo, completando que a consultoria que viabiliza o projeto consiste na an\u00e1lise de viabilidade para a ind\u00fastria, com\u00e9rcio, propriedade rural e residencial no acompanhamento da implanta\u00e7\u00e3o de placas de gera\u00e7\u00e3o de energia fotovoltaica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esse trabalho conta com a parceria do Sebrae, por meio do SebraeTec, e do Banco do Brasil, por meio do FCO. Dependendo do consumo da empresa, a planta fotovoltaica pode suprir parcial ou totalmente a demanda, chegando pr\u00f3ximo a zerar a conta de energia el\u00e9trica, sendo que a energia excedente pode ser utilizada como cr\u00e9dito para faturas futuras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Fiems, S\u00e9rgio Longen, os industriais do Estado agora t\u00eam uma oportunidade plena e real de gerar a pr\u00f3pria energia com um retorno de investimento muito curto. \u201cO Banco do Brasil pode financiar parte desse projeto via FCO. Ou seja, ao inv\u00e9s de pagar a conta de energia, o nosso associado vai pagar a parcela para o banco e, em 7 anos em m\u00e9dia, o empr\u00e9stimo estar\u00e1 quitado e o empres\u00e1rio passar\u00e1 a receber mais esse recurso. Ent\u00e3o \u00e9 um bom neg\u00f3cio montar a pr\u00f3pria usina fotovoltaica\u201d, garantiu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta segunda-feira (07\/08), os participantes do evento de lan\u00e7amento do projeto \u201cSistemas Fotovoltaicos\u201d do Senai,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7717,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-7715","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7715","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7715"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7715\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7718,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7715\/revisions\/7718"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7717"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7715"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7715"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7715"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}