{"id":8888,"date":"2017-09-11T10:32:09","date_gmt":"2017-09-11T14:32:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=8888"},"modified":"2017-09-11T10:32:09","modified_gmt":"2017-09-11T14:32:09","slug":"producao-industrial-volta-a-aumentar-em-julho-aponta-radar-da-fiems","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/producao-industrial-volta-a-aumentar-em-julho-aponta-radar-da-fiems\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial volta a aumentar em julho, aponta Radar da Fiems"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias sul-mato-grossense avan\u00e7ou no m\u00eas de julho deste ano com o \u00edndice de evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o industrial marcando 50,5 pontos, uma eleva\u00e7\u00e3o de 2,7 pontos em rela\u00e7\u00e3o a junho, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto \u00e0s empresas estaduais. O resultado indica que o n\u00famero de empresas com produ\u00e7\u00e3o est\u00e1vel ou crescente aumentou na passagem de um m\u00eas para o outro, senod que em julho 77,3% dos estabelecimentos se enquadravam nessa condi\u00e7\u00e3o contra 76,4% no m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, destaca que a capacidade ociosa diminuiu, mas segue em patamar muito elevado. \u201cPara 40% dos respondentes, a utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade instalada esteve abaixo do usual para o m\u00eas de julho, por\u00e9m, em junho, esse n\u00famero era de 44,5%. Essa melhora se refletiu do \u00edndice de avalia\u00e7\u00e3o do uso da capacidade instalada, com o resultado alcan\u00e7ando 44,2 pontos contra 41,4 no m\u00eas anterior\u201d, informou, completando que a ociosidade m\u00e9dia da capacidade instalada em julho ficou em 31%, contra 32% no m\u00eas de junho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na demanda, em julho, o \u00edndice marcou 58,9 pontos, sinalizando expectativa de aumento para os pr\u00f3ximos seis meses a partir de agosto, enquanto em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de empregados o \u00edndice marcou 52,7 pontos, apontando crescimento em rela\u00e7\u00e3o aos pr\u00f3ximos seis meses a partir de agosto e, na exporta\u00e7\u00e3o, o \u00edndice marcou 61,8 pontos e tamb\u00e9m indica eleva\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos seis meses a partir de agosto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Detalhamento<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ezequiel Resende explica que, em agosto, 46,7% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto, por outro lado, para o mesmo per\u00edodo, 12% preveem queda, enquanto as empresas que acreditam que o n\u00edvel de demanda se manter\u00e1 est\u00e1vel responderam por 40% do total e 1,3% n\u00e3o apresentaram resposta. Em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de empregados, em agosto, 16% das empresas responderam que esperam aumento nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 5,3% apontaram que esse n\u00famero deve cair e 76% das empresas esperam manter o quadro de funcion\u00e1rios est\u00e1vel e 2,7% n\u00e3o apresentaram resposta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nas exporta\u00e7\u00f5es, em agosto, 13,3% das empresas respondentes disseram esperar aumento nos pr\u00f3ximos seis meses, enquanto 1,3% acreditam que deva ocorrer queda. J\u00e1 as empresas que preveem estabilidade para suas exporta\u00e7\u00f5es responderam por 10,7% do total. Por fim, 69,3% das empresas disseram que n\u00e3o exportam, enquanto 5,3% n\u00e3o apresentaram resposta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimentos da ind\u00fastria cresce e alcan\u00e7a o maior n\u00edvel dos \u00faltimos 32 meses. \u201cO \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimento do empres\u00e1rio industrial aumentou na passagem de julho para agosto com o indicador saindo de 49,5 para 54,2 pontos. O resultado m\u00e9dio acumulado em 2017 \u00e9 11,4 pontos maior que o de 2016, sendo que o \u00edndice varia de 0 a 100 pontos, quanto maior o \u00edndice, maior \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o de investir\u201d, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>ICEI<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em agosto, o \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI\/MS) alcan\u00e7ou 58,8 pontos, indicando eleva\u00e7\u00e3o de 2,8 pontos sobre julho. \u201cTodos os componentes do indicador de expectativas permanecem acima da linha divis\u00f3ria dos 50 pontos, sinalizando que para os pr\u00f3ximos seis meses devem ocorrer melhoras na economia brasileira, sul-mato-grossense e, principalmente, no desempenho da pr\u00f3pria empresa. Por fim, \u00e9 importante destacar que o indicador das condi\u00e7\u00f5es atuais vem melhorando sistematicamente e que pela primeira vez, desde mar\u00e7o 2014, todos os itens avaliados ficaram acima dos 50 pontos\u201d, refor\u00e7ou Ezequiel Resende.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em agosto, 25,3% dos respondentes consideraram que as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora foi apontada por 21,3% dos participantes e, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria empresa, as condi\u00e7\u00f5es atuais est\u00e3o piores para 17,4% dos empres\u00e1rios. Al\u00e9m disso, para 42,7% dos empres\u00e1rios n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 48% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 45,3%, sendo que para 25,3% dos empres\u00e1rios as condi\u00e7\u00f5es atuais da economia brasileira melhoraram.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual esse percentual chegou a 24% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, o resultado foi de 29,3%. Os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das atuais condi\u00e7\u00f5es da economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam por 6,7%, 6,7% e 8%, respectivamente. Em agosto, 12% dos respondentes disseram que est\u00e3o pessimistas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira e, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, o resultado tamb\u00e9m alcan\u00e7ou 12% e, quanto ao desempenho da pr\u00f3pria empresa, o pessimismo foi apontado por 6,6% dos empres\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situa\u00e7\u00e3o ficou em 41,3%, sendo que em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia do estado esse percentual alcan\u00e7ou 48% e, a respeito da pr\u00f3pria empresa, o n\u00famero chegou a 34,7%, enquanto 42,6% dos empres\u00e1rios se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia estadual, esse percentual chegou a 36% e, no caso da pr\u00f3pria empresa, 49,3% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. Os que n\u00e3o fizeram qualquer tipo de avalia\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, estadual e do desempenho da pr\u00f3pria empresa responderam por 4%, 4% e 9,3%, respectivamente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias sul-mato-grossense avan\u00e7ou no m\u00eas de julho deste ano com o \u00edndice de evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o industrial marcando 50,5 pontos, uma eleva\u00e7\u00e3o de 2,7 pontos em rela\u00e7\u00e3o a junho, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto \u00e0s empresas estaduais. 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