{"id":9928,"date":"2017-10-09T08:56:05","date_gmt":"2017-10-09T12:56:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=9928"},"modified":"2017-10-09T09:29:55","modified_gmt":"2017-10-09T13:29:55","slug":"corumba-e-a-quarta-cidade-do-estado-em-numero-de-empresas-na-modalidade-mei","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/corumba-e-a-quarta-cidade-do-estado-em-numero-de-empresas-na-modalidade-mei\/","title":{"rendered":"Corumb\u00e1 \u00e9 a quarta cidade do Estado em n\u00famero de empresas na modalidade MEI"},"content":{"rendered":"<p>Conforme o Portal do Empreendedor, est\u00e3o registradas 102.417 empresas como empreendedores individuais em Mato Grosso do Sul. Em n\u00fameros, Corumb\u00e1 fica atr\u00e1s apenas de Campo Grande (com 43.6811), Dourados (com 8.886) e Tr\u00eas Lagoas (com 4.936). At\u00e9 o final de 2016, havia no munic\u00edpio 2.986 empresas na modalidade MEI e a maioria desses empres\u00e1rios est\u00e1 na faixa dos 31 a 40 anos de idade. \u00c9 o que mostra pesquisa sobre perfil e percep\u00e7\u00f5es do microempreendedor individual em Corumb\u00e1. O estudo foi realizado pela equipe da Secretaria Municipal de Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Produ\u00e7\u00e3o Rural. A pesquisa foi feita com a finalidade de acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o do MEI no contexto socioecon\u00f4mico, ampar\u00e1-lo e oferecer suporte para que exer\u00e7a suas atividades de modo a satisfazer os anseios do consumidor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Do total de MEI\u2019s no munic\u00edpio, 59,34% trabalham em estabelecimento fixo; 26,01% exercem suas atividades porta a porta, em postos m\u00f3veis ou ambulantes; 5,66% vendem seus produtos e servi\u00e7os pela internet; 5,53% em local fixo fora da loja; 1,63% televendas; 1,27% pelos Correios; e tamb\u00e9m 0,57% em m\u00e1quinas autom\u00e1ticas. Dos inscritos como MEI, at\u00e9 2016, 47,25% s\u00e3o mulheres, e 52,75% s\u00e3o homens. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa feita em 2014, houve um pequeno decr\u00e9scimo na participa\u00e7\u00e3o feminina nos neg\u00f3cios. At\u00e9 o m\u00eas de junho\/2014 elas representavam 53% no total de inscritos como MEI. Desses microempreendedores, 30,68% possuem entre 31 a 40 anos de idade; 23,34% entre 41 a 50 anos; 16,52% t\u00eam entre 51 a 60; 5,67% possuem entre 61 a 70.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As principais atividades desses microempreendedores s\u00e3o: com\u00e9rcio varejista de artigos de vestu\u00e1rios e acess\u00f3rios (15,37%); em seguida com\u00e9rcio varejista de mercadorias em geral (7,10%); cabeleireiros (6,43%); lanchonetes, casas de ch\u00e1, de sucos e similares (6,43%) e fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar (4,09%). Em compara\u00e7\u00e3o a 2014, houve um crescimento nas atividades desenvolvidas no com\u00e9rcio varejista de artigos de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios; lanchonetes, cassas de ch\u00e1, de sucos e similares e fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para o consumo domiciliar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pesquisa indica que, nos \u00faltimos anos, houve aumento significativo na abertura de empresas em Corumb\u00e1. Para o economista Raul Assef Castel\u00e3o, gerente de desenvolvimento local da Secretaria Municipal de Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Produ\u00e7\u00e3o Rural, isso se deve \u00e0 melhoria no ambiente de neg\u00f3cios e \u00e0 necessidade dos desempregados gerarem renda. \u201cO fato de desburocratizar a abertura de empresas, independente do tamanho delas, estimula as pessoas a sa\u00edrem da informalidade, esse \u00e9 o principal motivo para o aumento de empresas na cidade. O segundo fato \u00e9 a quest\u00e3o do cen\u00e1rio econ\u00f4mico macro. Tivemos o primeiro quadrimestre do ano com taxas significativas de desemprego e isso leva as pessoas \u00e0 necessidade de ganhar dinheiro\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por causa da necessidade de gera\u00e7\u00e3o de renda, essas pessoas que estavam sem emprego come\u00e7aram a investir no com\u00e9rcio de todo tipo de produtos, especialmente alimentos. Aquelas que apostaram no pr\u00f3prio neg\u00f3cio, passaram a se formalizar. O n\u00famero de microempreendedores no segmento do g\u00eanero aliment\u00edcio aumentou em fun\u00e7\u00e3o da facilidade em se trabalhar no setor. \u201cPara voc\u00ea vender marmita, por exemplo, voc\u00ea s\u00f3 precisa fazer a comida e comprar a vasilha para entregar. N\u00e3o precisa de estrutura maior, n\u00e3o precisa de equipamentos industriais. Pela facilidade que \u00e9 produzir esse tipo de produto, ele sempre \u00e9 a primeira op\u00e7\u00e3o daqueles que est\u00e3o sem emprego\u201d, afirmou Raul Castel\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conforme o Portal do Empreendedor, est\u00e3o registradas 102.417 empresas como empreendedores individuais em Mato Grosso do Sul. Em n\u00fameros, Corumb\u00e1 fica atr\u00e1s apenas de Campo Grande (com 43.6811), Dourados (com 8.886) e Tr\u00eas Lagoas (com 4.936). 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