{"id":9977,"date":"2017-10-09T16:57:30","date_gmt":"2017-10-09T20:57:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/?p=9977"},"modified":"2017-10-09T17:07:28","modified_gmt":"2017-10-09T21:07:28","slug":"ms-40-anos-o-futuro-e-extremamente-promissor-para-o-estado-afirma-reinaldo-azambuja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.corumbaonline.com.br\/news\/ms-40-anos-o-futuro-e-extremamente-promissor-para-o-estado-afirma-reinaldo-azambuja\/","title":{"rendered":"MS 40 anos: \u201cO futuro \u00e9 extremamente promissor para o Estado\u201d, afirma Reinaldo Azambuja"},"content":{"rendered":"<p>Os avan\u00e7os do desenvolvimento econ\u00f4mico e social em Mato Grosso do Sul nos \u00faltimos 40 anos foram destacados pelo governador Reinaldo Azambuja nesta segunda-feira (9.10), em coletiva de imprensa. O governador reuniu os profissionais de comunica\u00e7\u00e3o da Capital para fazer um balan\u00e7o das a\u00e7\u00f5es da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e falar sobre as perspectivas para o Estado nos pr\u00f3ximos anos. \u201cO futuro \u00e9 extremamente promissor para Mato Grosso do Sul\u201d, afirmou. Al\u00e9m de Reinaldo Azambuja, participaram do encontro com a imprensa os secret\u00e1rios de Governo e Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica, Eduardo Riedel, de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Produ\u00e7\u00e3o e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, e de Cultura e Cidadania, Athayde Nery.<\/p>\n<p>Confira a seguir, na \u00edntegra, a fala do governador.<\/p>\n<p><strong>Diversifica\u00e7\u00e3o da economia<\/strong><\/p>\n<p>Valeu a pena a luta daqueles que l\u00e1 atr\u00e1s sonharam que a divis\u00e3o seria extremamente importante e saud\u00e1vel para os dois estados, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Se olharmos o crescimento e a diversifica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica desses 40 anos veremos que l\u00e1 atr\u00e1s \u00e9ramos um Estado voltado estritamente para a pecu\u00e1ria, depois tivemos migra\u00e7\u00e3o para agricultura\/pecu\u00e1ria e hoje temos a base econ\u00f4mica de Mato Grosso do Sul extremamente diversificada, e com horizonte de extrema potencialidade de crescimento no futuro. Conseguimos diversificar, ocupar mercado, pegar mat\u00e9ria prima e transform\u00e1-la. N\u00e3o queremos ser exportadores de gr\u00e3os, queremos ser exportadores de prote\u00ednas, de energia, de fibras e produtos com valor agregado. Essa \u00e9 grande miss\u00e3o que o Estado tem.<\/p>\n<p><strong>Log\u00edstica<\/strong><\/p>\n<p>O maior gargalo no Brasil e em Mato Grosso do Sul \u00e9 a log\u00edstica. O Brasil passou por um apag\u00e3o. Tivemos uma radicaliza\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos, foram demonizadas as concess\u00f5es, e isso deu um atraso ao Brasil em termos de competitividade. Agora, estamos correndo contra o tempo. Quando o Brasil implantou a possibilidade de concess\u00f5es, entre os anos 2013\/14, na sequ\u00eancia, em 2015, j\u00e1 veio a maior crise do Pa\u00eds, que afetou drasticamente esse segmento de concess\u00f5es de servi\u00e7os p\u00fablicos para melhorar nossa competitividade em log\u00edstica. Vamos ter que correr contra o tempo para mudar isso, mas vejo eixos favor\u00e1veis:<\/p>\n<p>A reabertura da hidrovia do Paraguai; a reabertura da hidrovia do paran\u00e1 com aprofundamento de alguns lugares que impossibilitavam a navega\u00e7\u00e3o; a possibilidade da retomada das ferrovias, principalmente do eixo oeste da nossa malha ferrovi\u00e1ria; e principalmente a alternativa da abertura bioce\u00e2nica, que a m\u00e9dio prazo ser\u00e1 a grande tacada para o desenvolvimento do Centro-Oeste brasileiro, e n\u00e3o s\u00f3 de Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<p>\u201cO setor p\u00fablico n\u00e3o deve ser o grande empregador, deve ser o grande indutor do desenvolvimento\u201d, disse o o governador<\/p>\n<p><strong>Gest\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Vejo a quest\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o do Estado extremamente positiva quando a gente v\u00ea decr\u00e9scimo da participa\u00e7\u00e3o do setor p\u00fablico no ramo da empregabilidade. O setor p\u00fablico n\u00e3o deve ser o grande empregador, deve ser o grande indutor do desenvolvimento para outras atividades aproveitarem oportunidades para a nossa gente. E a\u00ed foi extremamente importante esse modelo de gest\u00e3o estabelecido no momento da maior crise da hist\u00f3ria do nosso Pa\u00eds. N\u00e3o d\u00e1 para passar esses dois anos e nove meses sem deixar de dizer que a crise \u00e9 a maior da rep\u00fablica brasileira. E ela imp\u00f4s aos governos, e a todos os brasileiros, a\u00e7\u00f5es extremas para melhorarmos a equa\u00e7\u00e3o do nosso endividamento.<\/p>\n<p>Estamos agora consolidando a equa\u00e7\u00e3o BNDES, talvez a \u00faltima que vamos fazer para alongar e dar um perfil do pagamento da d\u00edvida; diminu\u00edmos o tamanho do Estado, Mato Grosso do Sul tem a menor estrutura administrativa dos 27 estados, n\u00f3s encolhemos o tamanho sem perder competitividade e resultados de entregas \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, essa adequa\u00e7\u00e3o das estruturas administrativas foi extremamente vi\u00e1vel em todos os sentidos, criando estrutura mais enxuta e com um portf\u00f3lio, mesmo na crise de investimento, que coloca nosso Estado em segundo lugar no pa\u00eds em investimento em habita\u00e7\u00e3o, saneamento, infraestrutura urbana e rodovi\u00e1ria. N\u00f3s soubemos fazer a gest\u00e3o de uma administra\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel ao desenvolvimento do Estado com todas as dificuldades.<\/p>\n<p><strong>Desafio<\/strong><\/p>\n<p>Nosso grande desafio \u00e9 sinalizar uma equa\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria. Hoje a sociedade do Mato Grosso do Sul paga um bilh\u00e3o e duzentos milh\u00f5es de reais de d\u00e9ficit por ano, dinheiro que sai do bolso da sociedade para um n\u00famero de 23 mil aposentados e pensionistas. Esses 23 mil aposentados e pensionistas hoje custam ao ano, em d\u00e9ficit, para a sociedade do Estado, 1,2 bilh\u00e3o de reais. E se n\u00f3s n\u00e3o melhorarmos essa equa\u00e7\u00e3o, no futuro isso vai crescer muito. Por isso, n\u00e3o estamos dizendo aqui tirar direitos de ningu\u00e9m porque direito adquirido \u00e9 intoc\u00e1vel. Mas se n\u00e3o olharmos para o futuro da previd\u00eancia do Estado, com equil\u00edbrio, com previd\u00eancia complementar, com teto e fundo \u00fanico que possa no futuro responder ao um \u00f4nus menor para toda a sociedade, n\u00f3s podemos colocar MS como um dos estados invi\u00e1veis a m\u00e9dio e longo prazo, principalmente na quest\u00e3o do pagamento de aposentados e pensionistas.<\/p>\n<p>Esse 1,2 bilh\u00e3o de reais de d\u00e9ficit s\u00e3o do tesouro do Estado, fonte cem, que poderiam ser revertidos para toda a sociedade para melhorar sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a p\u00fablica, infraestrutura\u2026 Ent\u00e3o precisamos buscar a ponte de equil\u00edbrio melhor para previd\u00eancia; e vamos enfrentar essa discuss\u00e3o com os poderes, com os servidores e a sociedade para que n\u00e3o tenhamos um caos estabelecido l\u00e1 na frente.<\/p>\n<p>In\u00fameros estados n\u00e3o conseguem pagar hoje a folha de pagamento, e n\u00e3o queremos isso para Mato Grosso do Sul. Por isso ainda h\u00e1 tempo de termos uma legisla\u00e7\u00e3o em que o Estado contribui mais um pouco, o servidor que vai aposentar daqui a 25 anos contribui mais um pouco e que n\u00f3s possamos ter um equil\u00edbrio previdenci\u00e1rio sem onerar tanto. N\u00e3o vamos tirar diretos de ningu\u00e9m, mas precisamos cortar alguns privil\u00e9gios que est\u00e3o onerando a sociedade.<\/p>\n<p><strong>Pol\u00edtica de incentivos<\/strong><\/p>\n<p>Tivemos a\u00ed a aprova\u00e7\u00e3o do Fundo de Estabilidade Fiscal. Junto com esse Fundo temos a convalida\u00e7\u00e3o de todos os incentivos concedidos, s\u00e3o mais de 1.199 termos de acordo. Todos passar\u00e3o por uma an\u00e1lise, e ser\u00e3o remetidos ao Confaz para serem convalidados e poder\u00e3o, pela lei complementar 160, ser expandidos at\u00e9 2033. Ent\u00e3o, os incentivos v\u00e3o at\u00e9 2028, mas hoje existe a possibilidade, por lei federal, expandir isso e dar seguran\u00e7a jur\u00eddica at\u00e9 2033. Quando voc\u00ea olha no mapa de oportunidades e de investimentos a gente v\u00ea o quanto a pol\u00edtica de incentivos de Mato Grosso do Sul foi importante para mesclar e dar din\u00e2mica a nossa economia e aumentar a competitividade do Estado. Mato Grosso do Sul \u00e9 o terceiro PIB do Pa\u00eds em crescimento; o quinto Estado mais competitivo do Brasil; o segundo Estado em n\u00fameros de investimentos p\u00fablicos, infraestrutura, saneamento e habita\u00e7\u00e3o; e o segundo em gera\u00e7\u00e3o positiva de empregos.<\/p>\n<p>Em 40 anos chegamos a um patamar extremamente competitivo. E o que eu acho melhor \u00e9 o que avistamos pela frente. Poder ampliar o controle, ampliar a transpar\u00eancia, sair de \u00faltimo para primeiro n\u00e3o \u00e9 pouca coisa. Ser transparente \u00e9 n\u00e3o ter receio de publicar tudo aquilo que o Estado faz. \u00c9 por isso que Mato Grosso do Sul alcan\u00e7a nota 10 em transpar\u00eancia. Poder ter criado a Controladoria Geral do Estado (CGE) para organizar a gest\u00e3o interna \u00e9 muito importante, porque voc\u00ea trabalha com mais de 40 mil servidores da ativa, quanto mais gest\u00e3o e controle tiver o resultado e o desempenho ser\u00e3o melhores. Manter o n\u00edvel de transpar\u00eancia \u00e9 important\u00edssimo.<\/p>\n<p>Os horizontes para os pr\u00f3ximos anos para Mato Grosso do Sul s\u00e3o extremamente saud\u00e1veis. Eu n\u00e3o tenho d\u00favidas que na curva de crescimento que o pa\u00eds tem, Mato Grosso do Sul sempre vai crescer mais que o n\u00edvel nacional, at\u00e9 pela pluralidade da nossa economia. E isso possibilita ter segmentos que t\u00eam din\u00e2mica maior de crescimento. Isso \u00e9 bom porque voc\u00ea atinge patamares de desenvolvimento e tem portf\u00f3lio de oferta de servi\u00e7os que \u00e9 mesclado em muitas atividades econ\u00f4micas.<\/p>\n<p>Valeu a pena. Isso foi constru\u00eddo por todos n\u00f3s: a popula\u00e7\u00e3o que nasceu aqui, aquela que escolheu o Estado para viver e que acreditou, e todos os governantes, a n\u00edvel municipal e estadual, que constru\u00edram os pilares do nosso Estado. Temos que comemorar o que temos nos 40 anos e principalmente ter uma mensagem positiva para o futuro. E o futuro \u00e9 extremamente promissor para Mato Grosso do Sul. N\u00f3s vamos colher frutos com isso, aumento da produ\u00e7\u00e3o, da produtividade, diversificada a economia, gera empregos, o Estado cresce com solidez.<\/p>\n<p>\u201cHoje eu posso dizer que esse avan\u00e7o em infraestrutura que os indicadores mostraram \u00e9 por uma boa administra\u00e7\u00e3o do Fundersul\u201d, afirmou Reinaldo Azambuja<\/p>\n<p><strong>Sa\u00fade<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s temos uma l\u00f3gica da regionaliza\u00e7\u00e3o. Entregar os polos regionais de sa\u00fade, Hospital do Trauma em Campo Grande, Hospital Regional de Tr\u00eas Lagoas, Hospital Regional de Dourados, Hospital de Corumb\u00e1, Santa Casa de Parana\u00edba, Hospital de Nova Andradina e o hospital da fronteira funcionando. Qual \u00e9 a l\u00f3gica? Antigamente, h\u00e1 dois anos e meio atr\u00e1s, tudo era Campo Grande, nada acontecia no interior. Hoje eu posso dizer que algumas coisas acontecem no interior e v\u00e3o acontecer cada vez mais, para uma sa\u00fade pr\u00f3xima do cidad\u00e3o.<\/p>\n<p>A aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica deve ser uma preocupa\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio. O que est\u00e1 acontecendo? Com a crise econ\u00f4mica, os munic\u00edpios est\u00e3o perdendo a capacidade de investir. A sa\u00fade encareceu rem\u00e9dios, atendimentos e os munic\u00edpios muitas vezes n\u00e3o d\u00e3o conta da aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u2013 Upas e postos de sa\u00fade \u2013 e acabam muitas vezes remetendo aos hospitais uma demanda que deveria ser equacionada nos postos de sa\u00fade e unidades de pronto atendimento. O volume de pessoas que procuram hospitais para fazer consulta \u00e9 alarmante. Isso se deve a diminui\u00e7\u00e3o do atendimento na aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. O posto de sa\u00fade n\u00e3o consegue colocar o m\u00e9dico.<\/p>\n<p>O que estamos fazendo? Vamos criar a estrutura hospitalar at\u00e9 2018. Ela j\u00e1 est\u00e1 com modelo pronto. Muitos desses hospitais estar\u00e3o entregues, e alguns em fase final de conclus\u00e3o para serem entregues para uma l\u00f3gica regional de atendimento. A sa\u00fade \u00e9 talvez um dos grandes dilemas. Quando a gente fala Caravana da Sa\u00fade, n\u00e3o vamos vivenciar uma eternidade das caravanas, mas elas s\u00e3o importantes para drenar essa fila enorme de pessoas que ainda aguardam por cirurgias eletivas em algumas especialidades e diagn\u00f3sticos de algumas quest\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Falamos um pouco do Ideb (\u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica). O Estado avan\u00e7ou seis posi\u00e7\u00f5es. Isso \u00e9 important\u00edssimo porque \u00e9 foco que estamos dando hoje. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 pagar o melhor sal\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o do Brasil. Isso \u00e9 importante, valoriza o profissional, melhorar a estrutura da escola, mas \u00e9 principalmente a forma\u00e7\u00e3o continuada do professor para ministrar uma aula ao aluno e ele poder avan\u00e7ar no aprendizado. A meta de uma educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica de qualidade \u00e9 voc\u00ea diminuir repet\u00eancia, diminuir evas\u00e3o e melhorar o desempenho do aluno. Os gastos da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica brasileira nos \u00faltimos 15 anos quase triplicaram e o resultado no aprendizado do aluno foi muito acanhado, ent\u00e3o, quer dizer, estamos perdendo uma guerra porque estamos aumentando gastos e n\u00e3o estamos ensinando alunos corretamente. Precisamos equacionar isso, a\u00ed \u00e9 quest\u00e3o pedag\u00f3gica.<\/p>\n<p><strong>Infraestrutura<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o temos dinheiro novo, n\u00e3o pegamos nenhum empr\u00e9stimo do BNDES ou do Banco Mundial como foi feito anteriormente, quando pegaram quase 3 bilh\u00f5es para fazer infraestrutura em rodovias. N\u00f3s estamos dando uma resposta administrando bem o Fundo Rodovi\u00e1rio. Hoje eu posso dizer que esse avan\u00e7o em infraestrutura que os indicadores mostraram \u00e9 por uma boa administra\u00e7\u00e3o do Fundersul, do Fundo de apoio \u00e0 Industrializa\u00e7\u00e3o (FAI) e da Cide, que \u00e9 o imposto federal sobre os combust\u00edveis, que remete uma pequena parcela aos estados. Com isso, conseguimos montar um planejamento de infraestrutura urbana que vai atender os 79 munic\u00edpios. Todos t\u00eam ou ter\u00e3o investimentos do Governo do Estado em infraestrutura, em habita\u00e7\u00e3o e em saneamento \u2013 um dos maiores programas que se tem hist\u00f3ria em MS. Ent\u00e3o vejo um cen\u00e1rio que mostra, mesmo na crise, que soubemos constituir investimentos nessa \u00e1rea.<\/p>\n<p><strong>Seguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Um ponto de discuss\u00e3o que nunca vou deixar de falar: fronteiras. N\u00f3s fazemos a nossa parte no Mato Grosso do Sul. Agora, a uni\u00e3o abriu as fronteiras brasileiras. Ela precisa cumprir com seu papel. Qualquer pa\u00eds do mundo cuida das fronteiras. Se voc\u00ea entrar em qualquer pa\u00eds do mundo voc\u00ea v\u00ea ali a presen\u00e7a das for\u00e7as federais. No Brasil \u00e9 diferente, voc\u00ea vai daqui at\u00e9 a Bol\u00edvia e ao Paraguai e voc\u00ea n\u00e3o v\u00ea a Pol\u00edcia Federal, a Policia Rodovi\u00e1ria Federal e o Ex\u00e9rcito Brasileiro cuidando das fronteiras. \u00c9 por isso que eu propus ao presidente Michel Temer um programa de fechamento dessas fronteiras com muita for\u00e7a. Hoje quem faz o maior trabalho nas fronteiras de Mato Grosso do Sul \u00e9 o DOF, que \u00e9 o nosso Departamento de Opera\u00e7\u00f5es de Fronteira, que n\u00f3s estruturamos melhor para fazer atendimento nesses mais de 1,4 mil quil\u00f4metros, mas a Uni\u00e3o est\u00e1 sendo omissa e ela precisa cumprir seu papel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os avan\u00e7os do desenvolvimento econ\u00f4mico e social em Mato Grosso do Sul nos \u00faltimos 40 anos foram destacados pelo governador Reinaldo Azambuja nesta segunda-feira (9.10), em coletiva de imprensa. 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