IFMS inicia edição 2021 do Festival de Arte e Cultura

Nesta terça-feira, 16, o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) deu início a edição 2021 do Festival de Arte e Cultura da instituição. O evento mais uma vez acontece de maneira virtual, em virtude da pandemia do novo coronavírus.

As atividades são abertas a toda a comunidade e organizadas pelos campi Aquidauana, Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Jardim, Naviraí, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas.

A programação inclui exposições, oficinas, desafios, concursos, mostras e palestras voltadas a artes cênicas, audiovisual, música, literatura, artes visuais e dança. Para o encerramento no sábado, 20, estão previstas atividades alusivas ao Dia da Consciência Negra.

A abertura do Festival, transmitida ao vivo pelo canal do IFMS no YouTube, teve a participação de gestores do Instituto Federal – entre eles a reitora, Elaine Cassiano – e dos coordenadores de Extensão e Relações institucionais, bem como dos responsáveis pelo evento em cada unidade.

As principais atrações foram uma apresentação coral Mokiti Okada, sob a regência da docente do Campus Campo Grande, Jaqueline Mello, que se baseou em composições feitas por grandes artistas do Estado; e uma conversa com a cineasta e coordenadora do Museu da Imagem e do Som (MIS) de Mato Grosso do Sul, Marinete Pinheiro.

“Reunidos neste Festival de Arte e Cultura, vamos de encontro a um direito enquanto cidadãos e um dever enquanto profissionais da educação. Por isso olhamos para esse evento destacando o papel da cultura na contemporaneidade, nossa atuação como servidores públicos e a contribuição que as expressões artísticas podem dar para construirmos um país mais plural”, comenta o pró-reitor de Extensão do Instituto Federal, Danilo Teles.

O papel do audiovisual – Intitulada “Nossa história em imagens e sons”, a apresentação de Marinete destacou sua trajetória profissional e as possibilidades oferecidas pelo cinema para a narração da história sul-mato-grossense.

“O cinema é a sétima arte, trazendo consigo todas as demais. Por meio de técnicas e narrativas conceituadas, nós temos visto o processo de construção do cinema sul-mato-grossense muito forte, por pessoas interessadas em contar suas histórias, inclusive com a crescente produção audiovisual sobre a temática indígena”, explica.

Autora de livros que trazem memórias relacionadas às salas de cinema de Campo Grande e do interior do MS e diretora de diversos documentários – entre eles o premiado “A Dama do Rasqueado”, que narra a trajetória da cantora sul-mato-grossense Delinha – ela chamou ainda a atenção para a maneira como o cinema permeia nosso cotidiano.

“Muitas vezes nos vemos discutindo filmes no nosso ambiente de trabalho ou em encontros com amigos e familiares. O cinema possui essa característica: ao mesmo tempo em que podemos nos ver distantes, também é possível nos aproximarmos das narrativas. Assim, somos capazes de construirmos e contamos histórias juntos, por meio da imagem e do som”.

Arte e Cultura – A programação completa está disponível na página do Festival, onde também é possível realizar a inscrição para o evento.

Com exceção de Aquidauana, os outros nove campi tiveram as propostas aprovadas no edital que destinou R$ 20 mil para a realização do evento em formato online. Cada unidade recebeu R$ 2 mil para cobrir despesas de material e serviços.

Festival – Organizado desde 2016, o evento – gratuito e aberto ao público – visa incentivar a circulação da produção artística e cultural para promover o desenvolvimento social, despertando o interesse da sociedade para ações desenvolvidas no Instituto Federal.

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