O vereador Ubiratan Canhete de Campos Filho, Bira, presidente da Câmara Municipal, cobrou da diretora-presidente da Fundação de Desenvolvimento Urbano e Patrimônio Histórico (FUPHAN), Lauzie Michelle Mohamed Xavier Salazar, informações sobre o andamento do processo referente a construção de uma rampa de acesso na Alameda Xingu, no Bairro Cervejaria, conforme pedido feito em fevereiro, que foi direcionado à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos.
Disse que a reivindicação se deve ao fato de que, conforme o ofício nº 018/2026/SISP, a Secretaria de Infraestrutura informou que a execução e avaliação técnica de escadarias e rampas de acessibilidade, foram transferidas para a responsabilidade da FUPHAN, que deve dar continuidade administrativa aos protocolos herdados ou relacionados à sua área de atuação.
Por isso mesmo o vereador pediu informações sobre o andamento do processo na FUPHAN, lembrando que a reivindicação da comunidade vem desde ano de 2023, conforme o protocolo nº 34755/2023, registrado em 08 de novembro daquele ano, referente à construção de rampa de acesso na Alameda Xingu.
O pedido foi feito à diretora-presidente da Fundação de Desenvolvimento Urbano e Patrimônio Histórico (FUPHAN), Lauzie Michelle Mohamed Xavier Salazar. No documento, Bira busca saber qual foi o encaminhamento dado a este registro de demanda, que já especificava a necessidade de contratação de empresa para construção de rampa.
Cobrou ainda informações no sentido de saber se a FUPHAN já incorporou este protocolo em seu cronograma de projetos técnicos, conforme a competência atribuída pela legislação, e destacou a necessidade de vistoria imediata para confrontar o projeto gráfico preliminar dos moradores com a realidade física do local, que apresenta degraus severamente danificados e ausência total de segurança.
“A existência de um protocolo datado de novembro de 2023, prova que a demanda da comunidade é antiga, e já passou pelo crivo inicial da administração. O nosso objetivo é garantir que nenhuma solicitação se perca na transição de competências entre secretarias e fundações”, justificou.

